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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Bolsonaro É Uma Ratazana Que Emergiu Do Lixão E A Mídia Transformou O Brasil Numa Cruzada De Ódio Contra Trabalhadores E Pobres

SUED E PROSPERIDADE

28/01/2020

Bolsonaro É Uma Ratazana Que Emergiu Do Lixão E A Mídia Transformou O Brasil Numa Cruzada De Ódio Contra Trabalhadores E Pobres

Celeste Silveira 28 de janeiro de 2021 

O Brasil, quatro anos depois do golpe em Dilma, transformou-se num lixão, aonde ratos, baratas e urubus fazem a festa e comandam o país. 

São eles que abençoam o teto de gastos num pacto com os manipuladores do dinheiro que sempre se reúnem em algum banco, nacional ou internacional, como ocorreu nesta terça-feira (26) no banco Credit Suisse, em que Bolsonaro e Guedes, o submundo do rentismo e agiotagem sublinharam o pacto pelo inferno dos brasileiros e pela glória dos milionários.

É sempre bom afirmar que Bolsonaro não vale nada, só não cai porque a grande mídia e a maioria do Congresso valem menos ainda.

Para a Globo, que representa os interesses da banca, o Brasil pode perder 220, 440 ou 880 mil vidas, milhões podem passar fome, mas o teto de gastos tem que seguir intocável.

Por isso, a Globo não quer a queda de Bolsonaro, quer apenas que ele siga a cartilha do arrocho neoliberal de Guedes, como foi acordado com os Marinho, antes da eleição, para ter apoio e proteção de quem está entre a vida e o dinheiro, sempre do lado do dinheiro em estado puro, dos rentistas e banqueiros, como é tradição da elite nativa.

Mercado não chora a morte de ninguém, ele faz conta. 

De um lado, tem um monstro chamado Bolsonaro que já devorou mais de 220 mil vidas.

 Do outro, tem Paulo Guedes que está acabando com a nossa economia, mas dando bilhões de lucros a meia dúzia.

Se Bolsonaro cair, Guedes também cai, e o risco do mega negócio da elite ir por água abaixo é grande. 

Então, que Bolsonaro permaneça, porque a vida dos outros não vale tanto quanto os lucros que as mortes estão dando a essa escória.

Daí o Jornal Nacional não dar um pio sobre o que aconteceu ontem.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Vídeo: Isolado No Mundo, Bolsonaro Se Agarra A Collor Enquanto Biden Ri De Sua Cara

Celeste Silveira 28 de janeiro de 2021

Qual o problema de Biden rir da cara de Bolsonaro por ele ser o asno do planeta?

Aqui nas terras paratatás, Collor, em declaração de apoio, credenciou o miliciano. 

Isso basta para um gado que começou sua carreira votando em Collor, FHC, Serra, Aécio e que hoje, depois de tanta pancada na cabeça, é bolsonarista desde criancinha.

É essa coisa inominável que preside o Brasil que virou chacota internacional, não o Brasil e, muito menos os brasileiros. 

Se há um deboche no sorriso de Biden, e ele é explícito, é com essa coisa chamada lá fora de Trump tropical (leia-se, fracassado tropical) que, certamente não terá vida fácil com Biden.

Confira:

*Da redação

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quarta-feira, 12 de abril de 2017

“A lei era outra”: a relação de FHC com a Odebrecht e a luta da Globo para tirá-lo da lista de Fachin

“A lei era outra”: a relação de FHC com a Odebrecht e a luta da Globo para tirá-lo da lista de Fachin
12 de abril de 2017
 

Por Joaquim de Carvalho

Logo depois que o ministro Édson Fachin divulgou a lista com os nomes de autoridades que devem ser investigadas por suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro e uso de caixa 2, a tropa de choque do PSDB na GloboNews entrou em ação.


No Jornal das 10, Merval Pereira e Cristiana Lôbo minimizaram as suspeitas contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, levantadas a partir do depoimento do Emílio Odebrecht, no acordo de colaboração do Grupo Odebrecht com a Justiça.

“Era um outro tempo, ainda sem doação de campanha de empresa e não tinha a prestação de contas como é hoje”, disse Cristiana Lôbo. Merval ecoou: “A legislação era outra”.

Cristiana continuou: “E não tinha essa prestação de contas online, como se tem agora.”

Merval acrescentou: “Houve na ocasião denúncias de dinheiro, caixa 2 na campanha e tal, que foi debatida naquele momento e foi superado. Não houve nenhuma denúncia e nenhuma abertura de inquérito nem nada”.

Merval e Cristiana já eram jornalistas experientes quando a doação eleitoral de empresas foi admitida pela legislação, em 1993, depois do escândalo PC/Collor.

Era uma reação exigida pela opinião pública depois que as investigações sobre a corrupção no governo Collor revelaram o uso intensivo de caixa 2 das empresas para financiar campanhas eleitorais.

Se viveram aquele tempo, como jornalistas, por que Merval e Cristiana Lôbo usaram a televisão para divulgar uma falsidade, ou seja, de que não havia doação de empresas na época?

O interesse de blindar Fernando Henrique Cardoso tem uma explicação.

Fernando Henrique teve com a Globo uma relação que chegou aos segredos de alcova, quando a empresa manteve na Europa, recebendo sem trabalhar, a jornalista Miriam Dutra, que tem um filho que ela dizia ser do então presidente.

No governo de Fernando Henrique, a Globo recebeu financiamentos do BNDES e venceu, juntamente com empresas aliadas, leiloes de concessão de serviços públicos de telefonia.
O fato é que a proximidade do presidente Fernando Henrique Cardoso com o Grupo Odebrecht era conhecida até de empresas estrangeiras.

Em novembro de 1996, diretores do Grupo De Beers, da África do Sul, controlado pela Anglo American, estiveram com Fernando Henrique Cardoso na Cidade do Cabo, África do Sul, para manifestar o desejo de um contato mais sólido com a Odebrecht, certamente com o objetivo de negócios comuns no continente africano.

Essa proximidade entre Fernando Henrique e a Odebrecht por pouco não se transformou num grande escândalo.

Sob o comando de Emílio, o Grupo Odebrecht, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, entrou no ramo petroquímico através de uma subsidiária, a OPP, que mais tarde se chamaria Brasken.