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sábado, 3 de dezembro de 2016

Menino que ajudou no resgate do voo da Chape indicou melhor caminho

Menino que ajudou no resgate do voo da Chape indicou melhor caminho
Conhecido como “menino anjo”, o garoto de nome Johan Alexis Ramírez, indicou a existência de sobreviventes
 MUNDO 'MENINO ANJO'HÁ 21 HORAS  03/12/2016   
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

O menino que ajudou os bombeiros no resgate às vítimas do acidente com o avião da Chapecoense foi identificado na Colômbia.

 De acordo com o jornal Extra, conhecido como “menino anjo”, 

o garoto de nome Johan Alexis Ramírez, indicou a existência de sobreviventes.

Segundo o jornal El Colombiano, o jovem de 15 anos, acompanhado de seu pai, Miguel Ramíres, que moram perto do local da queda da aeronave, ouviram um barulho e foram até o local da queda.

“Começaram a retirar os feridos e estavam abrindo caminho pelo morro. Mas assim demoraria muito e dissemos que havia um caminho mais fácil e mais rápido”, disse o garoto ao dirário colombiano.

Johan e o pai atuaram como guias para os bombeiros, mas chegaram a ser interpelados para irem embora, sob desconfiança em meio ao matagal. 

Mesmo assim, o menino indicou que além de Alan Ruschel, o goleiro Jackson Follmann também estava vivo.



Temer teve o que mereceu em Chapecó: o desprezo silencioso. Por Paulo Nogueira

Postado em 03 Dec 2016 por : Paulo Nogueira
 Ignorado
                                       Ignorado

O que é pior: ser vaiado ou desprezado? Ser apupado ou ignorado?
Não são questões fáceis estas que devem estar ocorrendo agora a Michel Temer.

Para resumir, pode-se dizer que ele teve o que merecia neste sábado em Chapecó.

Depois de uma série de idas e vindas, em que o pânico das vaias falou alto para sua alma medrosa como de hábito, ele decidiu ir ao estádio do Chapecó para as homenagens às vítimas da tragédia.

Seu nome foi anunciado. Nenhuma manifestação. Nem vaia, nem aplauso. Foi como se tivessem dado a hora.

O nome do embaixador da Colômbia foi anunciado: palmas. Palmas de pé.

O contraste foi humilhante para Temer. Foi um silêncio gritante.
Se tinham vontade de vaiar Temer, os presentes ao estádio deram uma lição de civilidade e humanidade. Não era, definitivamente, hora de misturar política e tributo. Cada coisa tem sua hora e seu lugar.

Vaiar Temer seria desrespeitar muito mais as vítimas da tragédia do que o próprio Temer.

O silêncio foi um gesto de grandeza da multidão. Ao mesmo tempo, foi mais uma prova de que Temer é menor que os brasileiros.

Muito menor.