Bolsonaro é
eleito Pessoa do Ano do Crime organizado e da corrupção
30/12/2020
De acordo com
consórcio internacional, Jair Bolsonaro foi escolhido a pessoa do ano, por
segundo avaliação dos mesmos promover o crime organizado e a corrupção.
Bolsonaro está fazendo de tudo para livrar o filho Flávio Bolsonaro de
investigações, de acordo com denúncias , usando até a ABIN (Agência
Brasileira de Investigações).
Bolsonaro já
pode se “animar” e dizer que ganhou “título de pessoa do ano”, porém o título,
é para deixar com mais vergonha, o brasileiro.
Consórcio
investigativo internacional, Organized Crime and Corruption Reporting
Project (Projeto de Reportagem de Crime Organizado e Corrupção, na sigla
em inglês), elegeu Bolsonaro a “Pessoa do ano do Crime Organizado e da
Corrupção”.
O consórcio
é formado por jornalistas investigativos ligados a projetos como o Panama
Papers, que revelou grande escândalo de lavagem de dinheiro internacional.
O projeto
justificou a escolha afirmando que Bolsonaro se “cercou de figuras corruptas,
usou propaganda para promover sua agenda populista, minou o sistema de Justiça
e travou uma guerra destrutiva contra a região da Amazônia região que
enriqueceu alguns dos piores proprietários de terras do país”.
“Eleito na
esteira do escândalo da Lava Jato e como um candidato anticorrupção, Bolsonaro
se cercou de figuras corruptas, usou a propaganda para promover sua agenda
populista, atacou o sistema de Justiça e travou uma guerra destrutiva contra a
região Amazônica, que enriqueceu alguns dos piores donos de terra do País”,
afirmou o consórcio em texto que explica as motivações para a nomeação.
Recentemente
foi revelado que o governo Bolsonaro estaria utilizando o aparato do estado de investigação, como ABIN(Agência
Brasileira de Investigação), para orientar a defesa de Flávio Bolsonaro, na
apuração das rachadinhas.
CONTINUA
Perícia mostra que mensagens da Vaza
Jato são reais
29/12/2020
De acordo com informações do Portal
Conjur, apesar do Ministério Público do Paraná negar a autenticidade
das mensagens da Vaza Jato, três decisões judiciais recentes de 2020,
atestam a integridade das mensagens da Vaza Jato, do material coletado pelos
hackers, que revelava o complô política da Lava Jato, são reais.
Enquanto o Ministério Público do
Paraná nega a autenticidade das mensagens que enrolam Sérgio Moro, Dallanol e
Procuradores da Lava Jato, decisões judiciais de 2020, atestam sua
autenticidade..
De acordo com matéria no Portal
Conjur, a última decisão judicial que confirmou autenticidade das mensagens foi
publicada nesta segunda-feira (28/12).
Trata-se da decisão do ministro Ricardo
Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, determinando que a 10ª Vara Federal
Criminal do Distrito Federal compartilhe com a defesa do ex-presidente Lula
parte das mensagens trocadas entre procuradores.
As conversas foram apreendidas no
curso da chamada operação “spoofing”, que investiga a invasão dos celulares de
Moro, de procuradores e de outras autoridades da República.
Na decisão, Lewandowski cita
relatório da Polícia Federal que mostra que os dados apreendidos na “spoofing”
foram devidamente periciados e tiveram sua autenticidade comprovada.
O jornalista
Ascânio Seleme que aparece na foto em destaque premiando Sergio Moro, ao lado
de um dos Marinho, pergunta hoje em sua coluna no Globo: por que a Petrobras se
nega a entregar para a defesa de Lula os documentos dos três acordos que fez
nos EUA em razão dos escândalos da era petista?
Ascânio
mesmo responde, a estatal diz que os dados não tratam de corrupção, mas apenas
de falhas contábeis e que, por isso, não interessa à defesa de Lula.
Segundo
Ascânio, quem escaramuçou a papelada, diz que a história é bem outra e que os
documentos enviados ao Departamento de Justiça (DOJ), a SEC que é a Comissão de
Valores Local, e a justiça de Nova York tem um capítulo inteiro só sobre
corrupção. E nele, a petroleira não cita nem Lula, nem o PT, acusando apenas
cinco ex-diretores da Companhia e dois governadores.
No Brasil, a
Petrobras participou de diversos julgamentos da Lava Jato como assistente da
acusação, e assinou as denúncias em que Lula é acusado de chefiar uma
organização criminosa, de enriquecimento ilícito, de lavagem de dinheiro e
outras cositas más.
A incoerência
entre o que a Petrobras assinou aqui e os documentos que enviou à Justiça
americana, que beneficiaria Lula, só se tornará oficial se os dados forem
entregues aos advogados do ex-presidente por ordem judicial.
Depois de ter sua
petição negada pela primeira instância em Curitiba e pelo STJ, a defesa aguarda
agora manifestação final de Edson Fachin.
O ministro do STF prestaria um bom
serviço à Justiça liberando os documentos”, lembra ainda Ascanio. “Para não
virar ré nos EUA, a Petrobras concordou em pagar US$ 4,8 bilhões (R$ 27,7 bi)
em multas. O valor é sete vezes maior do que as sentenças da Lava Jato
devolveram aos cofres da estatal”, finaliza.
Obs. Ascânio
só se antecipa em anunciar o que até o mundo mineral já sabia, que, numa
armação criminosa entre Moro, procuradores da Lava Jato e Petrobras, com a
publicidade irresponsável e não menos criminosa da Globo, espalhou para os
quatro cantos do país que Lula era chefe de uma organização criminosa e que
comandou, via Petrobras, o maior roubo da história das galáxias.
A fantasia,
por si só, já era ridícula, pois um sujeito que comandou o maior roubo da
história trocaria contratos bilionários por um muquifo no Guarujá e um sítio
mequetrefe como o de Atibaia? Imóveis que nunca estiveram em seu nome e sobre
os quais jamais a Lava Jato apresentou qualquer prova.
Não é
somente a questão da inocência de Lula que está escancarada nesse artigo, mas
os crimes de Moro, Dallagnol e demais procuradores para produzir um
justiçamento político que colocou Bolsonaro na presidência da República e o
próprio Moro no ministério da Justiça e Segurança Pública, como havia sido
combinado de antemão com Paulo Guedes e Bolsonaro.
Num país
sério, a Globo, no mínimo, deveria se retratar no Jornal Nacional e o
judiciário brasileiro prender todos os envolvidos na trama e caçar o mandato de
Bolsonaro que teve sim benefício direto nessa orgia jurídica promovida por Moro
e sua Lava Jato em nome, imagina isso, do combate à corrupção.
Vamos ver
que o cínico juiz corrupto escreve em seu twitter sobre essa revelação de
Ascânio Seleme, o mesmo que lhe conferiu o troféu “Faz Diferença” das
Organizações Globo, de forma pré-datada, revelando que a farsa de Moro tinha
roteiro e direção dos estúdios do Projac.
*Da redação
CONTINUA
Vídeo:
Relatório Diz Que Norte-Americanos Financiam Violações Dos Direitos Indígenas
Na Amazônia
Um relatório
da APIB e Amazon Watch revela que existe uma rede internacional diretamente
ligada a empresas implicadas em violações de direitos humanos no Brasil.
Um relatório
da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e a Amazon Watch revela que
existe uma rede internacional diretamente ligada a empresas implicadas em
violações de direitos indígenas e conflitos nos seus territórios, no Brasil.
O relatório,
intitulado “Cumplicidade na Destruição III- Como corporações globais contribuem
para violações de direitos dos povos indígenas da Amazónia Brasileira”, mostra
que seis instituições financeiras norte-americanas (BlackRock, Citigroup, JP
Morgan Chase, Vanguard, Bank of América e Dimensional Fund Advisors) investiram
mais de 18 mil milhões de dólares, entre 2017 e 2020, em empresas cujo objetivo
é o envolvimento em invasões, desmatamento e violações dos direitos dos
indígenas da Amazónia.
A estratégia
foca-se em três setores estratégicos: a mineração, o agronegócio e a energia.
Alguns das situações de conflito são as que envolveram as empresas de mineração
Vale, Anglo American e Belo Sun; empresas do agronegócio como a Cargill, JBS e
a Cosan/Raízen; ou empresas da área energética como a Energisa Mato Grosso,
Equatorial Energia Maranhão e Eletronorte.
Os estados abrangidos foram o Pará,
Maranhão, Mato Grosso, Amazonas e Roraima.
O advogado
da APIB, Eloy Terena, refere que “o fluxo de investimentos estrangeiros para
empresas que atuam no Brasil se expandiu em uma intrincada rede internacional.
Na cadeia desses projetos, os povos indígenas são tratados muitas vezes como um
«entrave para o desenvolvimento», e as suas terras são invadidas, ocupadas,
saqueadas e destruídas”.
Para Eloy
Terena, “esses conflitos materializam-se na pressão pela abertura de novas
frentes de exploração nos territórios indígenas, levando a ataques diretos de
grileiros e outros invasores, junto com o sistemático desrespeito à legislação
que protege as terras e direitos indígenas”.
Segundo
dados da APIB e da Amazon Watch, a maior gestora de ativos do mundo, a
BlackRock, possui investimentos em 9 das 11 empresas identificadas no
relatório. Só a BlackRock detém 8,2 mil milhões de dólares em ações e títulos
de empresas como a Vale, Cargill, JBS ou Energisa.
Mesmo com as
medidas adotadas no início do ano para evitar investimentos que ataquem o
ambiente e o clima, a BlackRock não tem aplicado estas diretrizes e continua a
atacar os povos indígenas do Brasil.
A empresa norte-americana também não se
tem comprometido a pressionar as empresas brasileiras para acabar com o
desmatamento da Amazônia.
A segunda
maior gestora de ativos, a Vanguard, detém ações e títulos em 8 das 11 empresas
do relatório, num total de 2,7 mil milhões de dólares. Inclusive, o
investimento da JP Morgan Chase tem um Marco de Política Socioambiental que
inclui um compromisso específico com a proteção dos direitos dos indígenas, mas
não é cumprido.
Christian
Poirier, diretor de programas da Amazon Watch, refere que “as investigações
realizadas apontam que grandes empresas do setor financeiro como a BlackRock,
Vanguard ou JP Morgan Chase estão usando o dinheiro dos seus clientes para
permitir ações hediondas de empresas ligadas a violações de direitos indígenas
e à devastação da floresta amazônica” e acrescenta que “esta cumplicidade do
setor financeiro com a destruição contradiz os compromissos com o clima e os
direitos humanos apregoados por algumas dessas empresas”.
Em 2019, a
Enersiga Mato Grosso foi indiciada pelo Ministério Público Federal por fornecer
eletrificação rural a posseiros ilegais que vêm promovendo invasões em
território indígena Urubu Branco, desde 1998.
Por sua vez,
a empresa de mineração Belo Sun tem 11 processos de pesquisa em análise na
Agência Nacional de Mineração que ameaçam diretamente as terras indígenas Arara
da Volta Grande do Xingu e Trincheira Bacajá, no Pará.
Também a Vale tem
centenas de requerimentos para explorar dentro de terras indígenas, como por
exemplo no Rio Pindaré, Mãe Maria, Xikrin e Arariboia.
Os responsáveis pela mineração e exploração das riquezas da
Amazônia
Após grande
pressão, Bolsonaro revogará decreto que privatizava o SUS
28/10/2020
Logo após
intensa mobilização e repercussão negativa diante do decreto que abria a
porteira e permitia a privatização do SUS, Bolsonaro resolveu revogar o
decreto.
, profissionais de saúde, partidos de oposição em pouco tempo
conseguiram se organizar.
Com a
repercussão negativa do decreto número 10.530, que abria as portas para a
privatização do Sistema Único de Saúde (SUS), Bolsonaro resolveu nessa tarde,
revoga-lo.
Entidades e
profissionais de saúde, parlamentares de oposição e as redes sociais
denunciaram em massa o decreto, que atingiria em cheio a saúde público.
Ex-Ministros da saúde, ex-presidentes e o Conselho Nacional de Saúde (CNS)
denunciaram o que o decreto poderia fazer contra os brasileiros.
De
acordo com
informações da CNN Brasil, Bolsonaro resolveu voltar atrás porque notou uma
forte reação ao decreto. Porém Bolsonaro, afirmou que o decreto não se tratava
de privatização.
O jornalista
George Marques, afirmou por meio do seu Twitter, que o decreto na realidade se
trataria de um “boi de piranha”, na qual seria usado como estratégia para medir
a temperatura social e político, para logo após, vir com algo mais brando.
Em Brasília, o controverso decreto, no qual Bolsonaro disse que vai revogar, e que pretendia privatizar UBS, foi visto nos bastidores como boi de piranha, uma estratégia experimental para ver como a proposta seria recebida, e, posteriormente, viram com algo mais brando. A ver.
O Decreto Nº
10.530 diz o seguinte: “Fica qualificada, no âmbito do Programa de Parcerias de
Investimentos da Presidência da República – PPI, a política de fomento ao setor
de atenção primária à saúde, para fins de elaboração de estudos de alternativas
de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a
operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios”.
Para o
presidente do CNS, Fernando Pigatto, o texto tinha intenção privatista. “Nós,
do Conselho Nacional de Saúde, não aceitaremos a arbitrariedade do presidente
da República, que no dia 26 editou um decreto publicado no dia 27, com a
intenção de privatizar as unidades básicas de saúde em todo o Brasil”, disse
Pigatto em vídeo.
Se o Caprio
é o culpado pelas queimadas na Amazônia, o Titanic é o culpado pelo óleo nas
praias. Pós Verdade versão Hollywood. (Fabio Padilha)
picaretagem
de Bolsonaro não tem limite.
Acusar Leonardo DiCaprio de pagar para “tacarem
fogo” na Amazônia é patético.
Até o mundo
mineral sabe que o autor da obra prima “Dia do Fogo” é o próprio Bolsonaro.
Como ele
mente de forma compulsiva para livrar a sua cara e a de seus filhos e aliados,
ele poderia dizer que foi o Adélio, já que tem boboca que acredita na facada
sem sangue e sem furo.
Fora “o
jornalismo investigativo” da grande mídia que nunca quis investigar essa
trapaça eleitoral porque queria a derrota do PT a todo custo.
Bolsonaro
resolveu partir para o tudo ou nada, tentando se livrar da culpa escancarada do
incêndio na Amazônia depois da estrondosa repercussão internacional e colocou
Leonardo DiCaprio como patrocinador do crime ambiental criando um personagem
brasileiro, Adélio DiCaprio.
Com isso,
uma legião de idiotas e robôs bolsonaristas invadiu a página de DiCaprio para
xingar o ator.
Isso tudo
acontecendo mesmo a Policia Federal dizendo que dos 325 inquéritos abertos
sobre queimadas na Amazônia não há um único que alguma ONG seja suspeita.
A maioria
absoluta de indiciados é de madeireiros, grileiros e pecuaristas. Todos
bolsonaristas fervorosos.
Num país em
que o ministro do meio ambiente é um criminoso ambiental, entre outros crimes,
brigadistas que apagam incêndio na Amazônia são presos, acusados de serem
financiados por ONGs de astros de Hollywood, o que pode ser levado a sério?
A
próxima acusação de Bolsonaro a DiCaprio, como disse Fabio Padilha, é de que o
Titanic é o culpado pelo olho nas praias brasileiras.
*Carlos
Henrique Machado Freitas
CONTINUA
Bolsonaro
Tentou Fazer Com Os Brigadistas O Que Fez Com O Porteiro. Ele Esqueceu Que,
Fora Do Brasil, Não Tem Moro
Dos
ensinamentos da atualidade, o que se pode afirmar com a mão na consciência, é
que Bolsonaro opera com fakes alimentados artificialmente por robôs.
Logicamente,
Bolsonaro conta com a parcimônia da mídia diante de seus incontáveis crimes.
Aliás, a mídia constrói uma engenhosa imagem de Bolsonaro descolada dos filhos,
assim como sua legião de robôs opera na internet.
Ou seja, o que a mídia tenta
mostrar é que Bolsonaro é vítima dos filhos e não sócio dos crimes dos filhos,
como de fato é.
Diria mais,
ao contrário, Bolsonaro domina por completo o 01,02 e 03. Por isso, carregam
numa cadeia de ilegalidades a própria marca do pai tatuada em suas ações.
Queiroz é o
homem de Bolsonaro e não de Flávio.
Ele trabalhava em seu gabinete a serviço de
Bolsonaro, que é, na verdade, o grande chefe do laranjal, dos fantasmas e da
parceria com milicianos.
Para dar uma
forcinha a essa concepção de quadrilha familiar de Bolsonaro, Moro foi
contratado como leão de chácara e assim tem operado, como fez em sua última
ação para tentar salvar o clã, transformando o porteiro do condomínio Vivendas
da Barra, onde mora Bolsonaro, de testemunha a réu.
Na
realidade, o que Bolsonaro tentou fazer com os brigadistas, tem o mesmo modus
operandi que transformou o coitado do porteiro em réu.
Todos sabem
que o dia do fogo, que provocou um gigantesco incêndio na floresta amazônica,
foi uma concepção saída de dentro do Palácio do Planalto para que grileiros,
garimpeiros, madeireiros ateassem fogo na floresta para ser utilizada como
pasto ou para plantio.
A intenção
do governo Bolsonaro também era expulsar os povos originários da floresta para
que garimpeiros e mineradores internacionais pudessem se apropriar do
território, o que se transformou num escândalo internacional, fazendo Bolsonaro
virar o principal vilão do planeta, comparado aos grandes monstros da história
da humanidade com sua cara estampada nas capas dos principais jornais mundo
afora.
Isso tem
custado ao Brasil um preço salgado, com uma retaliação comercial que tem pesado
no bolso de muitos agricultores e empresários brasileiros.
Sem falar que os
investidores internacionais não estão casando centavo no Brasil a partir de então,
o que tem feito o dólar bater recordes quase todos os dias.
Então,
Bolsonaro teve uma ideia de gênio, a de repetir a mesma receita que Moro usou
para transformar o coitado do porteiro em bode expiatório no caso do
assassinato de Marielle cada vez mais próximo do clã, utilizando claramente a
Polícia Civil do Pará para acusar os meninos brigadistas que estão na floresta
amazônica justamente para combater incêndios e transformá-los em incendiários.
Tudo
caminhava bem até que mais de 150 entidades internacionais de peso e artistas
com muita visibilidade no mundo e outras tantas ONGs entrassem em ação,
mostrando a farsa armada por Bolsonaro para transformar os brigadistas em
criminosos e livrar a sua própria cara pelo dia do fogo para que a coisa fosse
desmascarada.
Pressionado
por ONGs que investem financeiramente na preservação da floresta amazônica no
Pará, o governador se viu obrigado a substituir o delegado bolsonarista que
comandou a farsa e a prisão dos meninos, colocando a Corregedoria para
investigá-lo.
Em seguida, um laudo do Ministério Público e da Polícia Federal
jogou por terra de vez a farsa, provando que quem estava por trás do crime
ambiental contra a humanidade, na verdade, eram os grileiros bolsonaristas.
Em um país
sério, hoje mesmo o presidente da Câmara aceitaria o pedido de impeachment do
vigarista que preside esse país.
Mas como tanto Maia, a imprensa quanto as
instituições de justiça são extremamente condescendentes com Bolsonaro por ser
um absoluto capacho do mercado, nada acontecerá com ele.
Já as retaliações
econômicas internacionais contra o Brasil, não há dúvida, serão multiplicadas
em punição à farsa desse imbecil.