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sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Bolsonaro é eleito Pessoa do Ano do Crime organizado e da corrupção

SUED E PROSPERIDADE

01/01/2021

Bolsonaro é eleito Pessoa do Ano do Crime organizado e da corrupção

30/12/2020

De acordo com consórcio internacional, Jair Bolsonaro foi escolhido a pessoa do ano, por segundo avaliação dos mesmos promover o crime organizado e a corrupção. 

Bolsonaro está fazendo de tudo para livrar o filho Flávio Bolsonaro de investigações, de acordo com denúncias , usando até a ABIN (Agência Brasileira de Investigações).

Bolsonaro já pode se “animar” e dizer que ganhou “título de pessoa do ano”, porém o título, é para deixar com mais vergonha, o brasileiro.

Consórcio investigativo internacional, Organized Crime and Corruption Reporting Project (Projeto de Reportagem de Crime Organizado e Corrupção, na sigla em inglês), elegeu Bolsonaro a “Pessoa do ano do Crime Organizado e da Corrupção”.

O consórcio é formado por jornalistas investigativos ligados a projetos como o Panama Papers, que revelou grande escândalo de lavagem de dinheiro internacional.

O projeto justificou a escolha afirmando que Bolsonaro se “cercou de figuras corruptas, usou propaganda para promover sua agenda populista, minou o sistema de Justiça e travou uma guerra destrutiva contra a região da Amazônia região que enriqueceu alguns dos piores proprietários de terras do país”.

“Eleito na esteira do escândalo da Lava Jato e como um candidato anticorrupção, Bolsonaro se cercou de figuras corruptas, usou a propaganda para promover sua agenda populista, atacou o sistema de Justiça e travou uma guerra destrutiva contra a região Amazônica, que enriqueceu alguns dos piores donos de terra do País”, afirmou o consórcio em texto que explica as motivações para a nomeação.

Recentemente foi revelado que o governo Bolsonaro estaria utilizando o aparato do estado de investigação, como ABIN (Agência Brasileira de Investigação), para orientar a defesa de Flávio Bolsonaro, na apuração das rachadinhas.

CONTINUA

Perícia mostra que mensagens da Vaza Jato são reais

29/12/2020

De acordo com informações do Portal Conjur, apesar do Ministério Público do Paraná negar a autenticidade das mensagens da Vaza Jato, três decisões judiciais recentes de 2020, atestam a integridade das mensagens da Vaza Jato, do material coletado pelos hackers, que revelava o complô política da Lava Jato, são reais.

Enquanto o Ministério Público do Paraná nega a autenticidade das mensagens que enrolam Sérgio Moro, Dallanol e Procuradores da  Lava Jato, decisões judiciais de 2020, atestam sua autenticidade..

De acordo com matéria no Portal Conjur, a última decisão judicial que confirmou autenticidade das mensagens foi publicada nesta segunda-feira (28/12). 

Trata-se da decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, determinando que a 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal compartilhe com a defesa do ex-presidente Lula parte das mensagens trocadas entre procuradores.

As conversas foram apreendidas no curso da chamada operação “spoofing”, que investiga a invasão dos celulares de Moro, de procuradores e de outras autoridades da República.

Na decisão, Lewandowski cita relatório da Polícia Federal que mostra que os dados apreendidos na “spoofing” foram devidamente periciados e tiveram sua autenticidade comprovada.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sábado, 31 de outubro de 2020

O Globo: “Petrobras Não Tem Prova Alguma Contra Lula”, O Que Desmonta A Farsa De Moro

 SUED E PROSPERIDDE

31/10/2020

O Globo: “Petrobras Não Tem Prova Alguma Contra Lula”, O Que Desmonta A Farsa De Moro

Celeste Silveira 31 de outubro de 2020 


O jornalista Ascânio Seleme que aparece na foto em destaque premiando Sergio Moro, ao lado de um dos Marinho, pergunta hoje em sua coluna no Globo: por que a Petrobras se nega a entregar para a defesa de Lula os documentos dos três acordos que fez nos EUA em razão dos escândalos da era petista?

Ascânio mesmo responde, a estatal diz que os dados não tratam de corrupção, mas apenas de falhas contábeis e que, por isso, não interessa à defesa de Lula.

Segundo Ascânio, quem escaramuçou a papelada, diz que a história é bem outra e que os documentos enviados ao Departamento de Justiça (DOJ), a SEC que é a Comissão de Valores Local, e a justiça de Nova York tem um capítulo inteiro só sobre corrupção. E nele, a petroleira não cita nem Lula, nem o PT, acusando apenas cinco ex-diretores da Companhia e dois governadores.

No Brasil, a Petrobras participou de diversos julgamentos da Lava Jato como assistente da acusação, e assinou as denúncias em que Lula é acusado de chefiar uma organização criminosa, de enriquecimento ilícito, de lavagem de dinheiro e outras cositas más.

A incoerência entre o que a Petrobras assinou aqui e os documentos que enviou à Justiça americana, que beneficiaria Lula, só se tornará oficial se os dados forem entregues aos advogados do ex-presidente por ordem judicial.

 Depois de ter sua petição negada pela primeira instância em Curitiba e pelo STJ, a defesa aguarda agora manifestação final de Edson Fachin. 

O ministro do STF prestaria um bom serviço à Justiça liberando os documentos”, lembra ainda Ascanio. “Para não virar ré nos EUA, a Petrobras concordou em pagar US$ 4,8 bilhões (R$ 27,7 bi) em multas. O valor é sete vezes maior do que as sentenças da Lava Jato devolveram aos cofres da estatal”, finaliza.

Obs. Ascânio só se antecipa em anunciar o que até o mundo mineral já sabia, que, numa armação criminosa entre Moro, procuradores da Lava Jato e Petrobras, com a publicidade irresponsável e não menos criminosa da Globo, espalhou para os quatro cantos do país que Lula era chefe de uma organização criminosa e que comandou, via Petrobras, o maior roubo da história das galáxias.

A fantasia, por si só, já era ridícula, pois um sujeito que comandou o maior roubo da história trocaria contratos bilionários por um muquifo no Guarujá e um sítio mequetrefe como o de Atibaia? Imóveis que nunca estiveram em seu nome e sobre os quais jamais a Lava Jato apresentou qualquer prova.

Não é somente a questão da inocência de Lula que está escancarada nesse artigo, mas os crimes de Moro, Dallagnol e demais procuradores para produzir um justiçamento político que colocou Bolsonaro na presidência da República e o próprio Moro no ministério da Justiça e Segurança Pública, como havia sido combinado de antemão com Paulo Guedes e Bolsonaro.

Num país sério, a Globo, no mínimo, deveria se retratar no Jornal Nacional e o judiciário brasileiro prender todos os envolvidos na trama e caçar o mandato de Bolsonaro que teve sim benefício direto nessa orgia jurídica promovida por Moro e sua Lava Jato em nome, imagina isso, do combate à corrupção.

Vamos ver que o cínico juiz corrupto escreve em seu twitter sobre essa revelação de Ascânio Seleme, o mesmo que lhe conferiu o troféu “Faz Diferença” das Organizações Globo, de forma pré-datada, revelando que a farsa de Moro tinha roteiro e direção dos estúdios do Projac.

*Da redação

CONTINUA

Vídeo: Relatório Diz Que Norte-Americanos Financiam Violações Dos Direitos Indígenas Na Amazônia

Celeste Silveira 31 de outubro de 2020 

 


Um relatório da APIB e Amazon Watch revela que existe uma rede internacional diretamente ligada a empresas implicadas em violações de direitos humanos no Brasil.

Um relatório da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e a Amazon Watch revela que existe uma rede internacional diretamente ligada a empresas implicadas em violações de direitos indígenas e conflitos nos seus territórios, no Brasil.

O relatório, intitulado “Cumplicidade na Destruição III- Como corporações globais contribuem para violações de direitos dos povos indígenas da Amazónia Brasileira”, mostra que seis instituições financeiras norte-americanas (BlackRock, Citigroup, JP Morgan Chase, Vanguard, Bank of América e Dimensional Fund Advisors) investiram mais de 18 mil milhões de dólares, entre 2017 e 2020, em empresas cujo objetivo é o envolvimento em invasões, desmatamento e violações dos direitos dos indígenas da Amazónia.

A estratégia foca-se em três setores estratégicos: a mineração, o agronegócio e a energia. Alguns das situações de conflito são as que envolveram as empresas de mineração Vale, Anglo American e Belo Sun; empresas do agronegócio como a Cargill, JBS e a Cosan/Raízen; ou empresas da área energética como a Energisa Mato Grosso, Equatorial Energia Maranhão e Eletronorte. 

Os estados abrangidos foram o Pará, Maranhão, Mato Grosso, Amazonas e Roraima.

O advogado da APIB, Eloy Terena, refere que “o fluxo de investimentos estrangeiros para empresas que atuam no Brasil se expandiu em uma intrincada rede internacional. 

Na cadeia desses projetos, os povos indígenas são tratados muitas vezes como um «entrave para o desenvolvimento», e as suas terras são invadidas, ocupadas, saqueadas e destruídas”.

Para Eloy Terena, “esses conflitos materializam-se na pressão pela abertura de novas frentes de exploração nos territórios indígenas, levando a ataques diretos de grileiros e outros invasores, junto com o sistemático desrespeito à legislação que protege as terras e direitos indígenas”.

Segundo dados da APIB e da Amazon Watch, a maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock, possui investimentos em 9 das 11 empresas identificadas no relatório. Só a BlackRock detém 8,2 mil milhões de dólares em ações e títulos de empresas como a Vale, Cargill, JBS ou Energisa.

Mesmo com as medidas adotadas no início do ano para evitar investimentos que ataquem o ambiente e o clima, a BlackRock não tem aplicado estas diretrizes e continua a atacar os povos indígenas do Brasil. 

A empresa norte-americana também não se tem comprometido a pressionar as empresas brasileiras para acabar com o desmatamento da Amazônia.

A segunda maior gestora de ativos, a Vanguard, detém ações e títulos em 8 das 11 empresas do relatório, num total de 2,7 mil milhões de dólares. Inclusive, o investimento da JP Morgan Chase tem um Marco de Política Socioambiental que inclui um compromisso específico com a proteção dos direitos dos indígenas, mas não é cumprido.

Christian Poirier, diretor de programas da Amazon Watch, refere que “as investigações realizadas apontam que grandes empresas do setor financeiro como a BlackRock, Vanguard ou JP Morgan Chase estão usando o dinheiro dos seus clientes para permitir ações hediondas de empresas ligadas a violações de direitos indígenas e à devastação da floresta amazônica” e acrescenta que “esta cumplicidade do setor financeiro com a destruição contradiz os compromissos com o clima e os direitos humanos apregoados por algumas dessas empresas”.

Em 2019, a Enersiga Mato Grosso foi indiciada pelo Ministério Público Federal por fornecer eletrificação rural a posseiros ilegais que vêm promovendo invasões em território indígena Urubu Branco, desde 1998.

Por sua vez, a empresa de mineração Belo Sun tem 11 processos de pesquisa em análise na Agência Nacional de Mineração que ameaçam diretamente as terras indígenas Arara da Volta Grande do Xingu e Trincheira Bacajá, no Pará.

 Também a Vale tem centenas de requerimentos para explorar dentro de terras indígenas, como por exemplo no Rio Pindaré, Mãe Maria, Xikrin e Arariboia.

Os responsáveis pela mineração e exploração das riquezas da Amazônia

*Com informações do Diálogos do Sul

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Após grande pressão, Bolsonaro revogará decreto que privatizava o SUS

SUED E PROPERIDADE

28/10/2020

Após grande pressão, Bolsonaro revogará decreto que privatizava o SUS

28/10/2020

Logo após intensa mobilização e repercussão negativa diante do decreto que abria a porteira e permitia a privatização do SUS, Bolsonaro resolveu revogar o decreto. 

, profissionais de saúde, partidos de oposição em pouco tempo conseguiram se organizar.

Com a repercussão negativa do decreto número 10.530, que abria as portas para a privatização do Sistema Único de Saúde (SUS), Bolsonaro resolveu nessa tarde, revoga-lo.

Entidades e profissionais de saúde, parlamentares de oposição e as redes sociais denunciaram em massa o decreto, que atingiria em cheio a saúde público. 

Ex-Ministros da saúde, ex-presidentes e o Conselho Nacional de Saúde (CNS) denunciaram o que o decreto poderia fazer contra os brasileiros.

De acordo com informações da CNN Brasil, Bolsonaro resolveu voltar atrás porque notou uma forte reação ao decreto. Porém Bolsonaro, afirmou que o decreto não se tratava de privatização.

Joe Biden promete sanções econômicas contra o Brasil se queimadas na Amazônia continuarem

O jornalista George Marques, afirmou por meio do seu Twitter, que o decreto na realidade se trataria de um “boi de piranha”, na qual seria usado como estratégia para medir a temperatura social e político, para logo após, vir com algo mais brando. 

Em Brasília, o controverso decreto, no qual Bolsonaro disse que vai revogar, e que pretendia privatizar UBS, foi visto nos bastidores como boi de piranha, uma estratégia experimental para ver como a proposta seria recebida, e, posteriormente, viram com algo mais brando. A ver.

O que dizia o decreto

O Decreto Nº 10.530 diz o seguinte: “Fica qualificada, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República – PPI, a política de fomento ao setor de atenção primária à saúde, para fins de elaboração de estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”.

Para o presidente do CNS, Fernando Pigatto, o texto tinha intenção privatista. “Nós, do Conselho Nacional de Saúde, não aceitaremos a arbitrariedade do presidente da República, que no dia 26 editou um decreto publicado no dia 27, com a intenção de privatizar as unidades básicas de saúde em todo o Brasil”, disse Pigatto em vídeo.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Se Leonardo DiCaprio É O Culpado Pelas Queimadas Na Amazônia, O Titanic É O Culpado Pelo Óleo Nas Praias


Se Leonardo DiCaprio É O Culpado Pelas Queimadas Na Amazônia, O Titanic É O Culpado Pelo Óleo Nas Praias

Celeste Silveira 29 de novembro de 2019 

 

Se o Caprio é o culpado pelas queimadas na Amazônia, o Titanic é o culpado pelo óleo nas praias. Pós Verdade versão Hollywood. (Fabio Padilha)

 picaretagem de Bolsonaro não tem limite.

 Acusar Leonardo DiCaprio de pagar para “tacarem fogo” na Amazônia é patético.
Até o mundo mineral sabe que o autor da obra prima “Dia do Fogo” é o próprio Bolsonaro.

Como ele mente de forma compulsiva para livrar a sua cara e a de seus filhos e aliados, ele poderia dizer que foi o Adélio, já que tem boboca que acredita na facada sem sangue e sem furo.

Fora “o jornalismo investigativo” da grande mídia que nunca quis investigar essa trapaça eleitoral porque queria a derrota do PT a todo custo.

Bolsonaro resolveu partir para o tudo ou nada, tentando se livrar da culpa escancarada do incêndio na Amazônia depois da estrondosa repercussão internacional e colocou Leonardo DiCaprio como patrocinador do crime ambiental criando um personagem brasileiro, Adélio DiCaprio.

Com isso, uma legião de idiotas e robôs bolsonaristas invadiu a página de DiCaprio para xingar o ator.

Isso tudo acontecendo mesmo a Policia Federal dizendo que dos 325 inquéritos abertos sobre queimadas na Amazônia não há um único que alguma ONG seja suspeita.

A maioria absoluta de indiciados é de madeireiros, grileiros e pecuaristas. Todos bolsonaristas fervorosos.

Num país em que o ministro do meio ambiente é um criminoso ambiental, entre outros crimes, brigadistas que apagam incêndio na Amazônia são presos, acusados de serem financiados por ONGs de astros de Hollywood, o que pode ser levado a sério?

A próxima acusação de Bolsonaro a DiCaprio, como disse Fabio Padilha, é de que o Titanic é o culpado pelo olho nas praias brasileiras.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA


Bolsonaro Tentou Fazer Com Os Brigadistas O Que Fez Com O Porteiro. Ele Esqueceu Que, Fora Do Brasil, Não Tem Moro

Celeste Silveira 29 de novembro de 2019 


Dos ensinamentos da atualidade, o que se pode afirmar com a mão na consciência, é que Bolsonaro opera com fakes alimentados artificialmente por robôs.

Logicamente, Bolsonaro conta com a parcimônia da mídia diante de seus incontáveis crimes.

 Aliás, a mídia constrói uma engenhosa imagem de Bolsonaro descolada dos filhos, assim como sua legião de robôs opera na internet. 

Ou seja, o que a mídia tenta mostrar é que Bolsonaro é vítima dos filhos e não sócio dos crimes dos filhos, como de fato é.

Diria mais, ao contrário, Bolsonaro domina por completo o 01,02 e 03. Por isso, carregam numa cadeia de ilegalidades a própria marca do pai tatuada em suas ações.

Queiroz é o homem de Bolsonaro e não de Flávio. 
Ele trabalhava em seu gabinete a serviço de Bolsonaro, que é, na verdade, o grande chefe do laranjal, dos fantasmas e da parceria com milicianos.

Para dar uma forcinha a essa concepção de quadrilha familiar de Bolsonaro, Moro foi contratado como leão de chácara e assim tem operado, como fez em sua última ação para tentar salvar o clã, transformando o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde mora Bolsonaro, de testemunha a réu.

Na realidade, o que Bolsonaro tentou fazer com os brigadistas, tem o mesmo modus operandi que transformou o coitado do porteiro em réu.

Todos sabem que o dia do fogo, que provocou um gigantesco incêndio na floresta amazônica, foi uma concepção saída de dentro do Palácio do Planalto para que grileiros, garimpeiros, madeireiros ateassem fogo na floresta para ser utilizada como pasto ou para plantio.

A intenção do governo Bolsonaro também era expulsar os povos originários da floresta para que garimpeiros e mineradores internacionais pudessem se apropriar do território, o que se transformou num escândalo internacional, fazendo Bolsonaro virar o principal vilão do planeta, comparado aos grandes monstros da história da humanidade com sua cara estampada nas capas dos principais jornais mundo afora.

Isso tem custado ao Brasil um preço salgado, com uma retaliação comercial que tem pesado no bolso de muitos agricultores e empresários brasileiros. 

Sem falar que os investidores internacionais não estão casando centavo no Brasil a partir de então, o que tem feito o dólar bater recordes quase todos os dias.

Então, Bolsonaro teve uma ideia de gênio, a de repetir a mesma receita que Moro usou para transformar o coitado do porteiro em bode expiatório no caso do assassinato de Marielle cada vez mais próximo do clã, utilizando claramente a Polícia Civil do Pará para acusar os meninos brigadistas que estão na floresta amazônica justamente para combater incêndios e transformá-los em incendiários.

Tudo caminhava bem até que mais de 150 entidades internacionais de peso e artistas com muita visibilidade no mundo e outras tantas ONGs entrassem em ação, mostrando a farsa armada por Bolsonaro para transformar os brigadistas em criminosos e livrar a sua própria cara pelo dia do fogo para que a coisa fosse desmascarada.

Pressionado por ONGs que investem financeiramente na preservação da floresta amazônica no Pará, o governador se viu obrigado a substituir o delegado bolsonarista que comandou a farsa e a prisão dos meninos, colocando a Corregedoria para investigá-lo.

 Em seguida, um laudo do Ministério Público e da Polícia Federal jogou por terra de vez a farsa, provando que quem estava por trás do crime ambiental contra a humanidade, na verdade, eram os grileiros bolsonaristas.

Em um país sério, hoje mesmo o presidente da Câmara aceitaria o pedido de impeachment do vigarista que preside esse país. 

Mas como tanto Maia, a imprensa quanto as instituições de justiça são extremamente condescendentes com Bolsonaro por ser um absoluto capacho do mercado, nada acontecerá com ele. 

Já as retaliações econômicas internacionais contra o Brasil, não há dúvida, serão multiplicadas em punição à farsa desse imbecil.

*Carlos Henrique Machado Freitas

*Foto: Istoé



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