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sexta-feira, 20 de novembro de 2020

General diz que governo Bolsonaro é um “comunismo de direita”

SUED E PROSPERIDADE

21/11/2020

General diz que governo Bolsonaro é um “comunismo de direita”

20/11/2020

Ex-Ministro do governo Bolsonaro, o general Santa Cruz ficou conhecido por críticas contundentes contra Bolsonaro, de acordo com o general, o governo Bolsonaro pratica um “comunismo de direita” e chama o governo de “PT verde e amarelo”.

A cisão na direita está aumentando, agora da ala militar, vem uma voz de oposição contundente a Jair Bolsonaro.

Ex-Ministro do governo Bolsonaro, o General Santa Cruz faz críticas duras a Bolsonaro, afirmando até que o mesmo abandonou o combate a corrupção. 

No entanto, agora o General foi ainda mais longe e alcunhou o governo de Bolsonaro de “comunismo de direita”.

Anteriormente o general chegou a insinuar que Bolsonaro era um “fanfarrão” e que o Brasil estava cansado de ”shows”.

“O Brasil não é um país de maricas. É tolerante demais com a desigualdade social, corrupção, privilégios. 

Votou contra os extremismos e corrupção.

 Precisa de seriedade e não de show, espetáculo, embuste, fanfarronice e desrespeito” postou o general em suas mídias sociais, não fazendo referência direta a Bolsonaro, mas nas entrelinhas…

General Santa Cruz se tornou uma das vozes mais críticas a Bolsonaro nas Forças Armadas

A fala ocorreu logo após Bolsonaro afirmar que somos um “país de maricas” e que os brasileiros deveriam encarar o vírus, pois seria uma “realidade”.

Em entrevista a Revista Veja, o general foi ainda mais longe e agora diz que o o governo Bolsonaro é o… PT verde e amarelo e estaria construindo um “comunismo de direita”.

“Quando você tem problemas de desempenho, tem de substituir por um show. 

Mas você acha que o povo brasileiro vai aguentar quatro anos nesse ritmo? O pessoal já está por aqui, o povo cansa.” completou o general.

CONTINUA

Privatizar Eletrobrás tornará o país um grande Amapá, diz diretor de associação

19/11/2020

De acordo com Ikaro Chaves, diretor de Associação de engenheiros e técnicos do sistema Telebras (Aesel), a privatização da Eletrobrás, deverá tornar o Brasil, um grande Amapá, com faltas constantes de luz, apagões e encarecimento das tarifas energéticas, ele explica o porquê:

Em entrevista à Revista Fórum, o diretor de engenheiros e técnicos do Sistema Telebras (Aesel), Ikaro Chaves, explicou o porque a privatização da Eletrobrás, almejada pelo governo Bolsonaro, pode levar o Brasil todo a virar um grande Amapá.

Além disso, Ikaro lembrou que o principal interessado na venda da Eletrobrás é o setor financeiro.

Quem quer comprar a Eletrobras hoje? É o BTG Pactual, é o 3G Radar, que é do Jorge Paulo Lemann, segundo homem mais rico do Brasil. É esse pessoal que quer. O setor elétrico está na mira do setor financeiro. Se fosse privatizado para empresas de energia estrangeira, que entendem de energia, seria menos pior”, afirmou o diretor da associação em entrevista na Revista Fórum.

Com o apagão no Amapá, o Ministro da Economia Paulo Guedes, reforçou que é preciso “privatizar” a Eletrobrás, mesmo tendo sido uma empresa privada, que não conseguiu cuidar da situação do Amapá e que leva o estado a 16 dias sem luz.

Durante entrevista à Fórum, Ikaro desmente os dados falsos e mostra que a Eletrobrás dá lucro ao estado brasileiro, ao país, ao desenvolvimento e principalmente ao fornecimento de energia constante aos brasileiro. 

Além disso, enfatizou e mostrou o porque a privatização pode levar o Brasil todo a experimentar o que vive hoje o Amapá.

Veja a entrevista na Revista Fórum:

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Justiça barra pela terceira vez nomeação de Moreira Franco, atendendo pedido do senador Randolfe (Rede-AP)

Justiça barra pela terceira vez nomeação de Moreira Franco, atendendo pedido do senador Randolfe (Rede-AP)
9 de fevereiro de 201
 

Uma nova decisão, dessa vez da Justiça Federal no Amapá, barrou na noite desta quinta-feira 9 a nomeação do ministro Moreira Franco para a Secretaria-Geral da Presidência. A decisão foi proferida pelo juiz federal Anselmo Gonçalves, da 1ª Vara Federal de Macapá.

O juiz aceitou pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Para o magistrado, houve “desvio de finalidade atentatório aos princípios da administração pública” na nomeação de Moreira Franco, ocorrida na semana passada. 

Segundo o juiz, o ministro foi empossado após ter sido citado em uma das delações premiadas da empreiteira Odebrecht nas investigações da Operação Lava Jato.

“A nomeação aqui combatida realmente tem por objetivo blindar o senhor Moreira Franco contra eventual decreto de prisão por parte de juízes de primeiro grau de jurisdição, o que revela nítido desvio de finalidade atentatório aos princípios da administração pública, podendo e devendo ser reprimido no âmbito judicial”, escreveu o juiz federal.

Antes da decisão do Amapá, outras já tinham suspendido a posse de Moreira Franco. Na manhã de hoje, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sediado em Brasília, derrubou decisão proferida pela primeira instância que havia anulado a nomeação. 

Horas depois, uma nova decisão, proferida pela Justiça do Rio, voltou a cancelar a posse.

A guerra de liminares só deve após decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é relator de dois mandados de segurança nos quais a Rede e o PSOL questionam o ato de nomeação de Moreira Franco. A decisão de Mello deve ser tomada até amanhã (10).

A validade da nomeação de Moreira Franco é defendida pela Advocacia-Geral da União (AGU), que contesta o principal argumento dos autores das ações. 

Todos alegam que a situação de Moreira Franco se assemelha ao caso da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil pela então presidenta Dilma Rousseff, no ano passado.

Na ocasião, o ministro do STF Gilmar Mendes suspendeu a nomeação de Lula por entender que a medida foi tomada para conceder foro privilegiado ao ex-presidente e evitar que ele fosse julgado pelo juiz federal Sérgio Moro nas ações da Lava Jato.

Para a AGU, as situações são distintas, porque Moreira Franco, diferentemente do ex-presidente, já exercia funções no atual governo, como secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), criado em setembro de 2016. 

Segundo a AGU, a transformação do cargo teve como objetivo fortalecer o programa governamental.