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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Datafolha: Lula é o mais preparado para melhorar a economia no Brasil


Datafolha: Lula é o mais preparado para melhorar a economia no Brasil

8 hours ago 23/06/2018 Pesquisas



Ao divulgar mais um resultado da última pesquisa nacional do seu instituto, a Folha de S. Paulo fez um texto opinativo para tentar tirar o mérito de Lula reconhecido pela população. 

Segundo a pesquisa, 32% da população brasileira considera que o ex-presidente é o pré-candidato a presidente mais preparado para acelerar o crescimento da economia.

O jornal lembra que Lula deixou o governo, em 2010, com alto índice de aprovação popular (87%, segundo o Iboope, um recorde) e o PIB 7,6 maior no último ano do mandato (o maior índice desde 1985.). Estes dados são incontroversos. Porém tem o “mas”. 

O jornal diz em seguida: “Mas o PT depois levaria o país, no governo de Dilma Rousseff, a uma de suas mais graves recessões.”

É uma forma deturpada de analisar o que aconteceu com o Brasil a partir da reeleição da ex-presidente, em 2014. 

Dilma foi emparedada pelas forças políticas que se movimentaram para tirá-la do poder, com o apoio da velha imprensa e de tubarões do mercado financeiro e do mundo empresarial.

Quem não se lembra da pauta bomba colocada por Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados? Cunha era o “guerreiro do povo brasileiro”, com propostas que estouravam o orçamento e inviabilizam uma necessária (e temporária) política de ajuste fiscal.

E a Lava Jato?

Paralisou a Petrobras, com a criminalização das suas atividades, como se a empresa fosse um antro de roubalheira.

A Lava Jato transformou o príncipe em sapo.

É que quatro anos antes a Petrobras, depois de atingir o maior valor de mercado da história, fez o lançamento de ações com auditoria das mais conhecidas instituições financeiras do mundo, como o JP Morgan e o Credit Suisse, que destacavam a exuberância da empresa, um paradigma de governança.

O governo Dilma cometeu erros políticos graves, ao demonstrar falta de habilidade no relacionamento com a classe política, mas responsabilizá-lo pelo desastre da economia a partir da intensificação da Lava Jato e das feridas da eleição atende ao interesse dos políticos que perderam a disputa eleitoral, e de milionários que ganharam com a crise, não ao interesse público, a análise isenta dos fatos.

O governo Dilma deve ser analisado pelo ultimo de normalidade democrática do país, 2014, quando o índice de desemprego estava abaixo de 5% (hoje está em 14%), uma situação de pleno emprego, e não havia recessão. 

O litro de gasolina custava R$ 2,90 e a exploração do pré-sal indicava tempos de bonança no horizonte.

Mas como tudo isso era apresentado pela velha imprensa, que apoiava abertamente Aécio Neves?

 O pré-sal era um desperdício de dinheiro, uma roubada, um mico, já que tirar o petróleo de águas profundas, na análise de Miriam Leitão, da Globo, era economicamente inviável. Sairia muito caro.

Hoje se sabe que o Brasil retira mais óleo do pré-sal, de excelente qualidade, do que do pós-sal. 

Era economicamente inviável?

Alguém já se perguntou por que o Brasil foi o país mais espionado pelos Estados Unidos a partir de 2008? Se não sabe, assista ao filme “Snowden — Herói ou Traidor?”, de Oliver Stone. 

Foi por causa da Petrobras. Dilma chegou a cancelar uma viagem aos Estados Unidos quando veio a público que ela tinha sido monitorada clandestinamente.

Se o Brasil tinha se transformado na draga que a análise da Folha de S. Paulo aponta, para que espionar Dilma?

O que o jornal esconde é que, com o governo desenvolvimentista de Lula e de Dilma, o Brasil despontava como uma nação do primeiro time, capaz de contrabalançar, ao sul, o poder dos Estados Unidos no continente.

Esta é a realidade, e parte expressiva da população já percebeu, e é por isso que vê em Lula o pré-candidato em melhores condições para recolocar o Brasil no trilho do crescimento.

A parte da população que ainda não tem essa percepção — provavelmente os leitores acríticos da velha imprensa — terá oportunidade de rever sua posição, e cotejar biografias e propostas, se Lula tiver a oportunidade de se apresentar oficialmente como candidato a presidente.

O Brasil só tem a ganhar com isso. 

Ainda que ele seja derrotado na eleição, o candidato que 32% da população vêem como ideal para governar o país não pode ficar fora da disputa.


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segunda-feira, 11 de junho de 2018

MORO, GLOBO E E STF ENCALACRADOS: Lula Segue Imbatível Em Todos Os Cenários No Segundo Turno, Diz Datafolha


MORO, GLOBO E E STF ENCALACRADOS: Lula Segue Imbatível Em Todos Os Cenários No Segundo Turno, Diz Datafolha




O eleitor brasileiro quer a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

É o que aponta a nova pesquisa sobre a eleição presidencial de 2018, feita pelo Datafolha, divulgada neste domingo (10) pelo jornal “Folha de S.Paulo”

 com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018. 

Foram feitas 2.824 entrevistas entre 6 e 7 de junho, em 174 municípios. 

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Confira os resultados dos 4 cenários pesquisados no 1º turno:

Cenário 1 (Se Lula for candidato)

Lula (PT): 30%
Jair Bolsonaro (PSL): 17%
Marina Silva (Rede): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Manuela D’Ávila (PC do B): oscila entre 1% e 2%
Rodrigo Maia (DEM): oscila entre 1% e 2%
Aldo Rebelo (SDD): oscila entre 0% e 1%
Fernando Collor de Mello (PTC): oscila entre 0% e 1%
Flávio Rocha (PRB): oscila entre 0% e 1%
Guilherme Afif Domingos (PSD): oscila entre 0% e 1%
Guilherme Boulos (PSOL): oscila entre 0% e 1%
Henrique Meirelles (MDB): oscila entre 0% e 1%
João Amoêdo (Novo): oscila entre 0% e 1%
João Goulart Filho (PPL): oscila entre 0% e 1%
Josué Alencar (PR): oscila entre 0% e 1%
Levy Fidelix (PRTB): oscila entre 0% e 1%
Paulo Rabello de Castro (PSC): não alcança 1% em nenhum cenário
Sem candidato: 21%
Cenário 2 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula)
Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 15%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Fernando Haddad (PT): 1%
Sem candidato: 33%
Cenário 3 (Se o PT lançar Jaques Wagner no lugar de Lula)
Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 14%
Ciro Gomes (PDT): 10%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Jaques Wagner (PT): 1%
Sem candidato: 33%
Cenário 4 (Se o PT ficar fora da eleição):
Jair Bolsonaro (PSL): 19%
Marina Silva (Rede): 15%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Alvaro Dias (Podemos): 4%
Sem candidato: 34%
Cenário 4 – 1º turno
Cenários pesquisados para o 2º turno:
Cenário 1 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):
Lula (PT): 49%
Jair Bolsonaro (PSL): 32%
Branco/nulo: 17%
Não sabe: 1%
Cenário 2 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):
Lula (PT): 49%
Alckmin (PSDB): 27%
Em branco/Nulo: 22%
Não sabe: 1%
Cenário 3 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):
Lula (PT): 46%
Marina (Rede): 31%
Em branco/Nulo: 21%
Não sabe: 1%
Cenário 4 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):
Alckmin (PSDB): 36%
Haddad (PT): 20%
Em branco/Nulo: 40%
Não sabe: 4%
Cenário 5 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):
Bolsonaro (PSL): 36%
Haddad (PT): 27%
Em branco/Nulo: 34%
Não sabe: 3%
Cenário 6 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):
Ciro (PDT): 38%
Haddad (PT): 19%
Em branco/Nulo: 38%
Não sabe: 4%
Cenário 7 (sem Lula):
Ciro (PDT): 32%
Alckmin (PSDB): 31%
Em branco/Nulo: 34%
Não sabe: 3%
Cenário 8 (Sem Lula):
Marina (Rede): 42%
Alckmin (PSDB): 27%
Em branco/Nulo: 29%
Não sabe: 2%
Cenário 9 (sem Lula):
Alckmin (PSDB): 33%
Bolsonaro (PSL): 33%
Em branco/Nulo: 32%
Não sabe: 3%
Cenário 10 (sem Lula):
Marina (Rede): 42%
Bolsonaro (PSL): 32%
Em branco/Nulo: 24%
Não sabe: 2%
Cenário 11 (sem Lula):
Ciro (PDT): 36%
Bolsonaro (PSL): 34%
Em branco/Nulo: 28%
Não sabe: 3%
Cenário 12 (sem Lula):
Marina (Rede): 41%
Ciro (PDT): 29%
Em branco/Nulo: 28%
Não sabe: 2%

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