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sábado, 16 de setembro de 2017

APARECE MAIS FALCATRUA! Miller Ofereceu Serviços A Odebrecht E Situação Da Lava Jato Se Complica

APARECE MAIS FALCATRUA! Miller Ofereceu Serviços A Odebrecht E Situação Da Lava Jato Se Complica
Por Redação Click Política Última Atualização 16 set, 2017
 

Meses antes de sair da PGR, Miller manteve encontros no Rio com Adriano Maia, diretor jurídico da Odebrecht. 

Nessas ocasiões, já manifestava claramente seu interesse em migrar da iniciativa privada para ajudar a empreiteira.

A oferta foi recusada.

Atualização: Em nota de sua assessoria, Marcello Miller diz que nunca teve encontros com Adriano Maia para tratar de sua passagem para a iniciativa privada. 

No final de 2016, Marcello teve contato telefônico com Adriano Maia, ocasião em que perguntou sua opinião sobre eventual mudança da área pública para a iniciativa privada, sem discutir possíveis empregadores ou áreas de atuação.


CLICK POLÍTICA com Coluna Radar


sexta-feira, 7 de julho de 2017

E AI JANOT? Ex-procurador que ingressou na advocacia é demitido após escândalo denunciado por Temer; CONFIRA!

E AI JANOT? Ex-procurador que ingressou na advocacia é demitido após escândalo denunciado por Temer; CONFIRA!
7 de julho de 2017
 

Do Estado de Minas

O ex-procurador da Lava-Jato Marcello Miller, criticado em discurso pelo presidente Michel Temer (PMDB), deixou na última quarta-feira o escritório Trench, Rossi, Watanabe, de onde era sócio desde meados de maio. 

A informação foi confirmada pelas assessorias de imprensa de Miller e do escritório. 

Ambos disseram que a decisão foi de “comum acordo”.

Miller integrou o grupo de trabalho da Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR) entre 2014 e 2016, e pouco depois se associou ao Trench, Rossi, Watanabe, que prestou serviços para o grupo J&F, um dos alvos das investigações. 

O escritório chegou a negociar parte do acordo de leniência firmado por executivos do grupo com o Ministério Público Federal do Distrito Federal.

O ex-procurador era ex-assessor do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e foi citado por Temer como alguém de sua “mais estrita confiança”, que “ganhou milhões em poucos meses”, graças ao acordo. 

Segundo a PGR, Miller não cometeu ato irregular e não participou pessoalmente das negociações do acordo da colaboração premiada dos executivos 
do grupo.

O Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio (OAB-RJ) abriu no fim de junho um processo de apuração formal para avaliar a conduta do ex-procurador. 

O caso estava sendo analisado pelo TED desde 31 de maio.


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