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domingo, 10 de junho de 2018

DATAFOLHA: 47% PODEM VOTAR EM QUEM LULA MANDAR


DATAFOLHA: 47% PODEM VOTAR EM QUEM LULA MANDAR


 O imenso poder de influência de Lula no processo eleitoral ganhou contornos dramáticos com a última pesquisa Datafolha, divulgada hoje. 

Lula não apenas lidera com larga vantagem em todos os cenários como também tem o poder de fazer com que um possível indicado por ele vença no primeiro turno. 

A popularidade do petista chega a ser incompreensível para as mídias tradicionais, que não conseguem mais esconder esta constatação factual.

Mesmo preso em Curitiba, Lula mantém grande poder de influência no processo eleitoral, de acordo com o Datafolha. 

Segundo o instituto, 30% dos eleitores dizem que votariam com certeza num candidato indicado pelo petista e 17% dizem que talvez o fariam, o que dá um número inicial de 47%, ou seja: com possibilidades de vitória já no primeiro turno.

O Datafolha mostra que a popularidade de Lula seria um ativo valioso para qualquer um. 

Para se ter uma ideia do cenário favorável a Lula, o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) levaria 65% dos eleitores a rejeitar um candidato. 

Uma indicação do presidente Michel Temer levaria 92% a não votar em alguém. 

Sem um nome apontado por Lula, os eleitores lulistas se dispersam quando opinam sobre cenários em que o ex-presidente não a

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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quarta-feira, 15 de março de 2017

DISPARADO NAS PESQUISAS: Lula comanda mobilizações em todo o país contra a Reforma da Previdência; CONFIRA!

DISPARADO NAS PESQUISAS: Lula comanda mobilizações em todo o país contra a Reforma da Previdência; CONFIRA!
15 de março de 2017
 
18/03/2016- São Paulo- SP, Brasil- Ex-presidente Lula, durante 
ato em defesa da democracia, na avenida Paulista. Foto: Ricardo 
Stuckert/ Instituto Lula

Em  primeiro  lugar  em  todos  as  pesquisas  sobre  sucessão presidencial, o ex-presidente Lula lidera, nesta quarta-feira 15, protestos contra o golpe de 2016 e as reformas de Michel Temer, que eliminam as garantias trabalhistas e acabam com as aposentadorias de 70% dos brasileiros, segundo o Dieese.

Lula participará de ato público na avenida Paulista, no centro da capital paulista, a partir das 16h. A CUT, os movimentos populares que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e demais centrais sindicais também irão às ruas nesta quarta-feira.

Também estarão presentes o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, líderes políticos e representantes de movimentos sociais, e representantes de várias categorias de trabalhadores.

Nesta tarde, em Brasília, o ex-presidente Lula depôs na Lava Jato e disse ser vítima de um massacre judicial. No depoimento, ele também afirmou que vai matar os adversários de raiva, porque vai continuar aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas. Assista aqui ao depoimento de Lula.

No Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, contra as  reformas  Trabalhista  e  da  Previdência,  várias categorias vão parar por 24 horas ou durante duas a três horas, entre elas, professores, bancários das agências dos principais corredores e centros administrativos, metalúrgicos e químicos, petroleiros. 

Outras categorias, vão atrasar a entrada, realizar assembleias e participar de atos públicos em diversas cidades de todo o País.

Estão programadas manifestações em várias cidades de 23 estados e no Distrito Federal.
Confira os locais das atividades programadas em todo o Brasil:
ACRE (Rio Branco)
8h – Ato público com concentração no Palácio Rio Branco

Paralisação dos vigilantes, correios, educação, saúde, polícia civil
ALAGOAS (Maceió)
10h – Praça dos Martírios

AMAPÁ (Macapá)
15h – Ato em frente à Companhia de Água e Esgoto do Amapá em protesto contra a privatização das empresas públicas, depois caminhada até o ato unificado, na Praça Veiga Cabral, no centro da capital

BAHIA (Salvador)
7h – Manifestação no Iguatemi

15h – Ato unificado com passeata no Campo Grande
BRASÍLIA
8h – Ato público Catedral – Esplanada dos Ministérios

CEARÁ (Fortaleza)
8h – Passeata no centro da cidade com concentração na Praça da Bandeira

ESPÍRITO SANTO (Vitória)
7h – concentração na Praça de Goiabeiras com caminhada até o Aeroporto

GOIÁS (Goiânia)
9h – concentração na Praça Deodoro com caminhada e ato em frente ao prédio da Previdência, no Parque Bom Menino.

MINAS GERAIS (Belo Horizonte)
10h – Ato na Praça da Estação

PARÁ (Belém)
9h – Ato público na Praça da República

Paralisação dos correios, bancários e acampamento no aeroporto de Belém
PARAÍBA (João Pessoa)
16h – Ato em frente ao escritório do Ministério da Previdência com passeata pelo centro

PARANÁ (Curitiba)
9h – Ato público na Praça Tiradentes
Paralisação da educação, servidores federais e municipais de Curitiba

PERNAMBUCO (Recife)
9h – Ato político na praça Oswaldo Cruz

PIAUÍ (Teresina)
9h – Ato público em frente à Assembleia e audiência pública sobre a reforma da Previdência

RIO DE JANEIRO
16h – Ato unificado na Candelária
RIO GRANDE DO NORTE (Natal)
14h – Ato público na Praça Gentil Ferreira

RIO GRANDE DO SUL (Porto Alegre)
18h – Esquina democrática, em Porto Alegre

RONDÔNIA (Porto Velho)
9h – Ato e passeata com concentração na Praça Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Fechamento das principais agências do INSS

RORAIMA (Boa Vista)
8h – Ato público na Praça do Centro Cívico

SANTA CATARINA (Florianópolis)
16h – Ato público na Praça Miramar

SÃO PAULO
Capital:
16h – GRANDE ATO NA PAULISTA – MASP

Paralisações com caminhada até o ato unificado:
– Paralisação das agências bancárias na Av. Paulista
– 14h – Assembleia Apeoesp, na Praça da República, com caminhada até o MASP
– 14h – Assembleia Simpeem, em frente à Prefeitura de São Paulo, com caminhada até o MASP
– Paralisação do quarteirão da Saúde, no Metrô Clínicas, com caminhada até o MASP
– Paralisação dos estudantes e professores de direito da Faculdade São Francisco com caminhada até o MASP

– Arrastão dos Blocos sairá da Praça Roosevelt até o MASP
Araraquara
Aula pública na Praça Central

Matão
5h – Panfletagem Metalúrgicos
10h – Ato em frente ao INSS
19h – Audiência Pública sobre a reforma da Previdência
Piracicaba
9h – Praça José Bonifácio em frente ao Poupa Tempo
Ribeirão Preto
Ato Público em Frente ao Teatro Pedro II

São José do Rio Preto
17h – ato em frente ao Terminal Rodoviário

SERGIPE (Aracaju)
14h – Praça General Valadão

TOCANTINS (Palmas)
8h – Ato público com concentração na Rotatória do Colégio São Francisco




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

Popularidade de Temer cai, enquanto sobem a de Lula e Bolsonaro

AFP 3 horas atrás 16/02/2017
 O presidente Michel Temer, em Brasília, no dia 14 de fevereiro de 2017
 © Fornecido por AFP O presidente Michel Temer, em Brasília, 
no dia 14 de fevereiro de 2017

A inflação está em queda e a Bolsa de São Paulo bate recordes, mas a popularidade do presidente Michel Temer e de seu governo desabam, enquanto sobem a do ex-presidente Lula e a do deputado de ultradireita Jair Bolsonaro para as eleições presidenciais de 2018.
Apenas 10,3% dos brasileiros aprovam o governo conservador de Temer, contra 14,6% em outubro, e 44,1% consideram-no ruim, ou péssimo (contra 36,7% na pesquisa anterior), revelou nesta quarta-feira uma pesquisa do Instituto MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

O desempenho pessoal de Temer também sofreu forte desgaste nos últimos quatro meses: 62,4% dos consultados desaprovam-no (51,4% em outubro), enquanto 24,4% são favoráveis (31,7% em outubro), de acordo com pesquisa realizada entre 8 e 11 de fevereiro, com um universo de 2.002 pessoas e margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Temer assumiu o poder provisoriamente em maio e foi confirmado no cargo em agosto, após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, de quem era vice, acusada pelo Congresso de manipular contas públicas nas chamadas pedaladas fiscais.

O chefe de Estado lançou um programa de ajustes com a intenção de pôr o país nos trilhos, no momento de pior recessão em mais de um século, antes das eleições de outubro de 2018.

Apesar do recuo da inflação e dos recordes sucessivos da Bolsa, pela primeira vez em muito tempo, Lula lidera as intenções de voto para as próximas eleições, que também apontam para um avanço da ultradireita nas preferências.

Lula, Bolsonaro e voto em branco em alta
A demora da chegada dos investimentos, o desemprego recorde de 12%, as chacinas nos presídios entre quadrilhas rivais de traficantes de drogas e o aquartelamento de policiais pressionado por familiares fizeram aumentar o sentimento de insegurança e se refletiram na pesquisa MDA/CNT.

 O ex-presidente Lula, em Brasília, no dia 12 de janeiro de 2017
© Fornecido por AFP O ex-presidente Lula, em Brasília, no dia 
12 de janeiro de 2017

Essa conjuntura beneficiou Lula. O petista aparece como favorito para derrotar em qualquer cenário de 2018 o deputado de ultradireita Jair Bolsonaro (PSC/RJ), que praticamente dobrou sua base e aumentou a tendência aos votos em branco e nulo.

Aos 71 anos e réu em cinco denúncias relacionadas com a "Operação Lava Jato", Lula teria o voto de 30,5% dos eleitores (eram 24,8% em outubro), seguido da líder ambientalista Marina Silva (Rede Sustentabilidade), com 11,8% (recuo de 1,5 ponto percentual), e de Bolsonaro, com 11,3% (tinha 6,5% em outubro).
A chave dessas tendências é econômica, resumiu Ricardo Ribeiro, da consultoria MCM.

"Há um sentimento de saudade, uma valorização de um governo muito bem avaliado, com uma economia que crescia e a inflação controlada" durante os anos de Lula no governo (2003-2010), mesmo que muito se devesse à situação internacional, durante o ciclo de valorização das commodities, explicou Ribeiro à AFP.

Já Bolsonaro é "um outsider que surfa numa onda de rejeição" à política e "se beneficia [de] que no Brasil e em outros lugares aflore um sentimento mais de direita e de extrema direita", acrescentou.
Mesmo no cenário de disputa de um segundo turno, Lula também aparece em vantagem.

Em outubro, o ex-candidato tucano Aécio Neves (PSDB/MG) e o ex-sindicalista do ABC paulista apareciam em empate técnico. Agora, Lula venceria com 39,7% dos votos contra 27,5% para seu adversário.

Em todos os casos, entre 25% e 39% do eleitorado votariam em branco, ou nulo, e pelo menos 7,2% se disseram indecisos.

A consulta começou quatro dias depois dos funerais da mulher de Lula, dona Marisa Letícia, durante os quais o ex-presidente lançou duras críticas aos responsáveis pela "Lava Jato", que tinham incluído a ex-primeira-dama em suas acusações.

 (Arquivo) Jair Bolsonaro (C) durante manifestação contra Dilma Rousseff, em Brasília, no dia 13 de março de 2016
© Fornecido por AFP (Arquivo) Jair Bolsonaro (C) durante 
manifestação contra Dilma Rousseff, em Brasília, no dia 13 
de março de 2016

A recuperação de Lula pode se explicar em parte por este fator "sentimental", disse Ribeiro.

No que diz respeito à corrupção, quase metade dos consultados (48,8%) calcula que esse flagelo "é igual" com os governos de Temer e Dilma, embora 31,5% tenham dito que havia mais corrupção sob o mandato da presidente deposta, contra 16,1% que afirmaram que o problema se agravou com Temer.