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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Temer passa por desobstrução da uretra e raspagem da próstata

Temer passa por desobstrução da uretra e raspagem da próstata
GERAL - 28/10/2017 01h31   
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Imagem do Google

O presidente Michel Temer foi submetido a uma cirurgia para desobstrução da uretra por meio de uma raspagem da próstata.

Segundo boletim médico divulgado pelo hospital Sírio-Libanês, Temer apresentou quadro de retenção urinária devido a hiperplasia [aumento] benigna da próstata.

O procedimento ocorreu normalmente e durou cerca de duas horas. 

O presidente se recupera em uma unidade de terapia semi-intensiva, de acordo com o boletim médico.

A expectativa é que Temer passe todo o fim de semana internado. 

Ele será reavaliado até domingo pela equipe médica.

 Um novo boletim médico deverá ser divulgado no sábado.



Veja a íntegra do boletim médico divulgado no final da noite de sexta-feira:



"O presidente Michel Temer foi internado nesta noite no hospital Sírio-Libanês com quadro de retenção urinária por hiperplasia benigna da próstata. 

Foi submetido à desobstrução uretral através de ressecção [raspagem] da próstata. 

A intervenção transcorreu sem intercorrências. 

O presidente se recupera em uma unidade de terapia semi-intensiva.



Ele está acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo professor doutor Roberto Kalil Filho, professor doutor Miguel Srougi e doutor Felipe A. Barroso Braga.



Dra. Maria Beatriz Souza Dias, diretora clínica."


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

E AGORA MORO? Pela 3ª Vez Sírio Libanês Derruba Versão Da Lava Jato Para Os Recibos, Diz Advogado De Lula

E AGORA MORO? Pela 3ª Vez Sírio Libanês Derruba Versão Da Lava Jato Para Os Recibos, Diz Advogado De Lula
Por Redação Click Política Última Atualização 20 out, 2017
 

O advogado de Lula mandou a seguinte nota ao DCM:
Pela 3a. vez o Hospital Sírio-Libanês derruba versão de Glaucos da Costamarques sobre os recibos.

 Glaucos disse em seu depoimento que o advogado Roberto Teixeira o teria encontrado no hospital no final de 2015 para tratar dos recibos.

O hospital, no entanto, informa que Teixeira não esteve por lá. 

O ofício juntado hoje ao processo responde negativamente ao período que foi ampliado pelo juiz Moro: 
o advogado não esteve no local durante o segundo semestre de 2015.

Possivelmente por já saber desse terceiro ofício, de 18 de outubro, a Lava Jato apresentou ontem uma nova versão dos fatos. 

A Lava Jato muda as versões para acusar o ex-Presidente Lula à medida em que vai sendo desmentida.

Cristiano Zanin Martins

O hospital Sírio Libanês respondeu em 05/10 ao juiz Sérgio Moro que o advogado Roberto Teixeira não esteve no hospital durante o período de internação do Sr. Glaucos da Costamarques – entre novembro e dezembro de 2015.

Em 09/10 o Juiz Moro pediu ao hospital para informar se a resposta anterior era restrita à visita a Glaucos ou a qualquer entrada no hospital naquele período.

O Sírio respondeu em 11/10 que não havia qualquer registro de entrada do advogado no hospital no período de internação do engenheiro.

Em 13/10 o juiz Moro expediu novo ofício, desta vez pedindo ao hospital para informar se havia registros de entrada do advogado durante o segundo semestre de 2015. 

O juiz disse que Roberto Teixeira teria reconhecido em seu depoimento que encontrara Glaucos no Sírio.

 Ocorre que no depoimento prestado em 2017, o advogado disse que encontrou Glaucos “no ano passado”, ou seja, em 2016, sem qualquer relação com o período descrito pelo engenheiro para contestar os recibos.

Em 18/10 o hospital novamente informou ao juiz que o advogado não esteve naquele local – agora durante todo o segundo semestre de 2015.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Médico de Marisa Letícia pede punição de colegas zombeteiros

Médico de Marisa Letícia pede punição de colegas zombeteiros
VEJA.com  Da Redação17 horas atrás 05/02/2017
 Roberto Kalil Filho
 © image/jpeg Roberto Kalil Filho

O cardiologista Roberto Kalil Filho, médico do ex-presidente Lula e de Marisa Letícia, criticou o comportamento dos colegas que vazaram e comentaram, com escárnio, informações sigilosas sobre o estado de saúde da ex-primeira-dama durante o período em que ficou internada no Hospital Sírio-Libanês. 

O caso revelado pelo jornal carioca O Globo, foi tema de artigo publicado pelo médico no jornal Folha de S. Paulo deste domingo. No texto, Kalil afirmou que a atitude dos profissionais foi uma afronta à dignidade humana e pede a punição dos envolvidos.

“As direções de hospitais e unidades de saúde precisam ser firmes e punir esse tipo de comportamento antiético de forma exemplar, eliminando das instituições elementos que profanam o princípio do sigilo e do respeito devido a qualquer ser humano”, escreveu.

Roberto Kalil Filho questionou o comportamento ético dos médicos envolvidos no caso e afirmou que eles violaram um dos princípios mais sagrados da profissão, o sigilo.

“O caso revela um dos lados perversos do comportamento humano, reprovável e absolutamente inadmissível para quem se apresenta como médico”, escreveu.

Após a repercussão do caso, o Hospital Sírio-Libanês demitiu a médica Gabriela Munhoz.