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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Ex-amante de Fidel foi contratada para matá-lo; entenda

Ex-amante de Fidel foi contratada para matá-lo; entenda
Notícias Ao Minuto 6 horas atrás 27/11/2016
 
© Fornecido por New adVentures, Lda.

Na década de 1950, Marita Lorenz viveu uma história de amor com Fidel Castro que terminou em tragédia. 

Em entrevista para o programa Fantástico, neste domingo (27), Marita, que nasceu na Alemanha, conta que conheceu o líder cubano em 1959, quando um navio em que estava parou durante algumas horas em Cuba. Segundo ela, foi amor a primeira vista. 

Eles se conheceram logo após a revolução que levou Fidel ao poder. Ao chegar nos Estados Unidos, Marita recebeu uma ligação de Fidel, que pediu que ela passasse uma semana com ele em Havana. A semana teria se estendido, na verdade, por oito meses e meio. 
Durante sua estadia em Cuba, Marita conquistou uma posição de confiança e teve acesso a informações privilegiadas como, por exemplo, a quantidade de dinheiro enviada a Cuba por países aliados. Ela disse que engravidou do líder cubano, mas ela perdeu o bebê de forma traumática.

No episódio, a alemã-americana contou que acha que envenenaram sua bebida pois, um dia, sentiu fortes dores e foi encaminhada para um hospital. Ela disse que chegou a ouvir o choro do bebê, mas que nunca o viu. Até hoje, ela não sabe se sofreu um aborto forçado ou se seu filho com Fidel teria sobrevivo. 

O único fato que se recorda foi de estar deitada em uma cama, sangrando. 

Foi, então, enviada para os Estados Unidos por um dos revolucionários. Ao chegar, viu em manchetes locais uma declaração de sua mãe: "Fidel Castro estuprou minha filha". Marita conta que sua mãe foi forçada por órgãos americanos a dizer essa frase.

Marita continua sua história inusitada e diz que a CIA a contratou para matar o líder CUBANO. 

Ao responder a pergunta sobre porque aceitou o trabalho, ela disse que queria encontrar Fidel Castro para perguntar sobre seu filho. 

E completou, dizendo que nunca pensou realmente em matar o líder cubano e que se arrepende, apenas, de ter saído de Cuba. "Vou amá-lo para sempre", declarou. 





sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Morre aos 90 anos Fidel Castro, ex-presidente de Cuba

26/11/2016 03h30 - Atualizado em 26/11/2016 04h24
Morre aos 90 anos Fidel Castro, ex-presidente de Cuba
Líder cubano morreu na noite de sexta-feira (25), em Havana.
Raúl Castro fez anúncio oficial na TV estatal cubana.
Do G1, em São Paulo
 Fidel Castro foi um dos personagens da política internacional durante mais de seis décadas  (Foto: Adalberto Roque/AFP)
Fidel Castro foi um dos personagens da política internacional 
durante mais de seis décadas (Foto: Adalberto Roque/AFP)

O ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, morreu na noite de sexta-feira (25), aos 90 anos, na capital Havana, segundo a TV estatal cubana. A morte do líder cubano também foi informada pela rede de televisão norte-americana CNN.

Segundo a agência EFE, a morte do líder cubano foi confirmada por Raúl Castro, irmão de Fidel e presidente da ilha cubana.

Castro morreu às 22h29 e o corpo do ex-presidente de Cuba será cremado, "atendendo a seus pedidos", informou Raúl, na TV estatal.

Informações sobre o funeral serão divulgadas em breve.

A última vez que Fidel foi visto publicamente foi em 15 de novembro, quando recebeu o presidente do Vietnã, Tran Dai Quang.

Em agosto, a festa de aniversário de 90 anos de Fidel Castro reuniu mais de 100 mil pessoas na capital cubana. Aposentado há 10 anos, Fidel Castro era praticamente inacessível. Só recebia visitas esporádicas de personalidades em sua casa em Havana.

Ainda mais escassas são suas aparições públicas ou fotos tiradas recentemente. Uma presença discreta que contrastava com as cinco décadas em que esteve à frente da ilha, exercendo um comando onipresente antes de ficar doente e ceder o poder a seu irmão Raúl.

Gerações de cubanos cresceram com a imagem e presença próxima de Fidel, o mesmo que pregou sua rejeição ao "culto à personalidade".

O revolucionário tinha 32 anos quando entrou triunfante em Havana. Era 1959, usava barba e uniforme e vinha da derrota de um exército de 80 mil homens contra uma guerrilha que em seu pior momento contou com 12 homens e sete fuzis.

Sem passado militar, Castro expulsou do poder o general e ditador Fulgêncio Batista, na luta que começou com o fracasso da tomada do quartel Moncada, em 1953.