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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Alerta de tsunami no Japão depois de um terremoto de 7,4 em Fukushima

Alerta de tsunami no Japão depois de um terremoto de 7,4 em Fukushima
Autoridades ativam a alerta por tsunami na prefeitura de Fukushima após sismo de magnitude 7,3
 tsunami Japão

Um terremoto de magnitude 7,3 sacudiu nesta segunda-feira o Japão. O abalo foi sentido no nordeste do país. 

agência meteorológica japonesa ativou a alerta por tsunamipara a prefeitura de Fukushima. A televisão pública japonesa, NHK, informou de que os cidadãos devem evacuar a costa desta região. Por enquanto se desconhece se o terremoto ocasionou vítimas ou danos. 
O sismo, cujo epicentro está localizado a 10 quilômetros de profundidade na costa de Fukushima — a cerca de 200 quilômetros de Tóquio — ocorreu às 05h59 (18h59 no horário de Brasília). O Serviço Geológico dos Estados Unidos detalhou que o terremoto se produziu 67 quilômetros ao nordeste da localidade de Iwaki.
"Evacuem imediatamente as regiões costeiras para um local seguro em zonas altas ou refúgios" porque "espera-se que as ondas cheguem repetidamente", instruiu a agência meteorológica do Japão em um comunicado. 

As autoridades japonesas alertaram sobre um tsunami de até três metros na costa de Fukushima e de ondas de um metro no litoral de outras quatro regiões: Miyagi, Ibaraki, Iwate e Chiba.

Os serviços de trem do leste do país foram imediatamente suspensos depois do sismo, sem que se tenham registrado maiores incidentes informou a agência Kyodo. As plantas nucleares situadas as zonas afetadas, incluída da acidentada central de Fukushima, não se viram afetados por enquanto por nenhum incidente, informou a corrente pública NHK.

Imagens de televisão mostram como os barcos se movem fortemente nos portos de Fukushima. A região sofreu em 2011 o pior acidente nuclear da história

junto ao da central de Chernobyl, na Ucrânia. Um terremoto de magnitude 9 desatou um tsunami que destroçou as instalações nucleares da região, em evento que deixou sequelas sentias até hoje.



segunda-feira, 18 de julho de 2016

Número de mortos devido ao Tufão Nepartak chega a 83 na China

18/07/2016 03h37 - Atualizado em 18/07/2016 03h37
Número de mortos devido ao Tufão Nepartak chega a 83 na China
Dezenove pessoas estão desaparecidas, diz a agência Xinhua.
Tufão destruiu 8,3 mil casas e 19.510 de hectares de cultivos.
A mulher senta-se sobre ruínas após tufão Nepartak varrer Minqing, província de Fujian, China, em 10 de julho de 2016. (Foto: CHINA STRINGER NETWORK/Reuters)
 A mulher senta-se sobre ruínas após tufão Nepartak varrer Minqing,
 província de Fujian, China, em 10 de julho de 2016. (Foto: CHINA
 STRINGER NETWORK/Reuters)

Subiu para 83 o número de mortos deixados pela passagem do tufão Nepartak no leste da China. Dezenove pessoas estão desaparecidas, segundo informou nesta segunda-feira (18) a agência oficial "Xinhua".
Nepartak, o primeiro tufão da temporada, chegou à província oriental de Fujian no sábado e inundou seis cidades desta região, destruiu 8,3 mil casas e 19.510 de hectares de cultivos, e forçou a evacuação de 506.700 pessoas.
As autoridades calculam que o tufão causou perdas econômicas de mais de 10 bilhões de iuanes (cerca de US$ 1,5 bilhão) e forçou a suspender da produção em 233 fábricas.
O tufão também forçou o cancelamento de 400 voos e 300 viagens de trem de alta velocidade, e provocou a interrupção elétrica e de fornecimento de água em, pelo menos, dois condados da província, Minqing e Yongtai. Foi em Minqing onde coorreu a maioria das mortes, 60 no total.
O tufão chegou à costa oriental chinesa após sua passagem pela ilha de Taiwan, onde morreram três pessoas, segundo os últimos dados publicados.
Após a passagem de Nepartak, o governo não reduziu o máximo alerta ativado, à espera de fortes precipitações nos próximos dias no leste e centro do país.
Até quarta-feira e desde o início da temporada de chuvas -que costuma ser em maio-, um total de 237 pessoas morreram e 93 seguem desaparecidas na China, aponta "Xinhua".
A situação "é bastante crítica", advertiu hoje Zhang Jiatuan, porta-voz do Escritório Estatal de Controle de Inundações e Seca, em declarações aos veículos de imprensa.

Quase 150 mil casas foram destruídas, 5,46 milhões de hectares de cultivos inundaram e o governo calcula que as precipitações supuseram perdas econômicas de 147 bilhões de iuanes (US$ 22 bilhões).