sexta-feira, 5 de junho de 2020

Vídeo: Trump Cita Bolsonaro Como Uma Tragédia E, Se Os EUA Adotassem A Política De Bolsonaro, Teriam1,5 A 2,5 Milhões De Mortos


Vídeo: Trump Cita Bolsonaro Como Uma Tragédia E, Se Os EUA Adotassem A Política De Bolsonaro, Teriam 1,5 A 2,5 Milhões De Mortos

Celeste Silveira 5 de junho de 2020 

Imagem do Site

Em pronunciamento, há pouco, o ídolo supremo de Bolsonaro, Trump, o coloca como exemplo de governante desastrado e que o Brasil está sendo punido pela quantidade de mortes resultantes de sua política genocida.

Trump apontou o Brasil como uma nação que vive um desastre durante a pandemia, esclarecendo que tomou uma posição contrária à de Bolsonaro ou os EUA teriam de 1,5 a 2,5 milhões de mortes.

Essa é a relação íntima de Trump com Bolsonaro que o associa a um genocida, citando-o como exemplo do que existe de pior no planeta como chefe de uma nação.

Possivelmente, o bolsonarismo vai começar a chamar Trump de comunista, globalista e terrarredondista. 

Isso se não chamá-lo de petista e lulista. Essa gente é doente, está aí nas redes negando a quantidade de mortes no Brasil que assombra o mundo.

Isso, sem falar dos deputados que invadiram um hospital de campanha em São Paulo para agredir os profissionais da saúde, dizendo que as mortes por Covid-19 anunciadas pelo governo de São Paulo, são uma farsa.

É bom Trump apontar o dedo para Bolsonaro como exemplo de o genocida que de fato é, não que Trump também não seja. 

Na verdade, se Trump não copiou Bolsonaro mudando sua postura diante da pandemia que, antes, chamava de fake news, Bolsonaro o copiou nessa declaração e, depois, seguiu sozinho negando a gravidade da doença.

Se não fosse trágico, seria cômico ver um pela saco  de Trump se transformar, em rede mundial, no pior exemplo do planeta, porque o discurso de Trump rodou o mundo e Bolsonaro, novamente, é citado como o pior exemplo de comando de um país, mas, desta vez, por um suposto aliado.

Trump acaba de dar uma forte pancada em Bolsonaro! Disse que, se tivesse agido como o Brasil, os EUA chegariam a 2,5 milhões de mortos. Até o aliado de Bolsonaro reconhece a desgraça que é o governo! Bolsonaro envergonha o Brasil. Precisamos voltar a ser um bom exemplo pro mundo.

1.565 pessoas estão falando sobre isso


*Carlos Henrique Machado Freitas
CONTINUA
Lote De Vacina Contra Coronavírus, Desenvolvida Em Oxford, Já Chegou Ao Brasil


Celeste Silveira 5 de junho de 2020

Imagem do Site

Vacina de Oxford contra Covid-19 será testada em SP e RJ; saiba quem pode ser voluntário e como serão os testes. 

Dois mil voluntários serão vacinados durante três semanas; acompanhamento dos participantes será feito durante um ano para avaliar resultados da imunização contra o coronavírus.

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, será testada em dois mil brasileiros durante três semanas, em testes conduzidos no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido que vai começar a testar a eficácia da imunização contra o Sars-CoV-2.

O Idor, responsável pelos testes no Rio, corrigiu a informação de que lotes da vacina já chegaram ao Brasil. 
Essa reportagem foi atualizada excluindo a informação às 13h20.)


No Rio de Janeiro, os testes em mil voluntários serão feitos pela Rede D’Or São Luiz, com custo de cerca de R$ 5 milhões bancados pela Rede e sob coordenação do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

Em São Paulo, os testes em outros mil voluntários serão conduzidos pelo Centro de Referência para Imunológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com financiamento da Fundação Lemann.

Três semanas de vacinação

Antonio Carlos Moraes, um dos pesquisadores da equipe do Idor, responsável pelos testes no Rio explicou que seu grupo se prepara para um esforço que deve durar até a última semana de junho, com a triagem e aplicação da imunização nos voluntários.

Os participantes deverão serão submetidos a testes para confirmar que não foram infectados pela Covid-19 para poder seguir com o experimento.

“Primeiro precisamos seguir as regras de segurança”, disse o especialista que espera receber muitos voluntários interessados em participar da pesquisa. 

Neste momento, são os profissionais da saúde –que estão em maior contato com pacientes infectados – que têm a prioridade para os testes.

*Com informações do G1



Queridos leitores do Blog
SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com uma pequena doação para o Blog.
Que a prosperidade os acompanhe
hoje e sempre.
Desde já agradeço. Maria Joselia
Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Donate to the Blog
Dear readers of the SUED AND PROSPERITY Blog
May peace be with everyone.
I come to ask readers who have conditions and want to contribute
with the Blog a small donation to the Blog
May prosperity accompany you today and forever.
Thank you very much in advance.
Maria Joselia
 Account number
Maria Joselia Bezerra de Souza
Federal Savings Bank
Agency: 0045
Operation: 013
Account: 00054784-8
Savings
Brazil
Thanks

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Ricos Tiveram Mais Acesso Ao Auxílio Emergencial Do Que Moradores De Favela, Diz Presidente De Instituto


Ricos Tiveram Mais Acesso Ao Auxílio Emergencial Do Que Moradores De Favela, Diz Presidente De Instituto

Celeste Silveira 4 de junho de 2020 

Imagem do Site

Pesquisa revelou que um terço das classes A e B pediram o auxílio do governo; 69% receberam o dinheiro.

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva revelou que 1/3 das famílias de classe A e B fizeram pedidos para o auxílio emergencial do governo federal. 
Desse número, mais de 69% tiveram o pedido aceito e receberam o dinheiro.

Fundador e presidente do instituto que realizou o estudo, Renato Meirelles falou sobre o levantamento no programa Bastidores do Poder, da Rádio Bandeirantes, nesta quarta-feira, 3.

“Esse número é maior do que o número de moradores de favela que pediram e tiveram acesso ao auxílio, que foi de 62%”, contou.

O auxílio emergencial foi criado pelo governo federal para atender famílias de baixa renda, com limites claros: tem direito ao benefício famílias com renda por pessoa que não ultrapassem meio salário mínimo e famílias com teto geral de renda menor do que R$ 3,3 mil. 

“Essa não é a realidade dos 25% mais ricos do Brasil que formam a classe A e B”, ressalta Meirelles.

O presidente do instituto responsável pela pesquisa fez outro levantamento que revelou que mais de 5 milhões dos beneficiários não tinham conta bancária ou acesso à internet, o que dificulta o pagamento do auxílio.

“É mais fácil, portanto, para os mais ricos e escolarizados terem acesso a esse dinheiro do que os mais pobres, que são justamente o público-fim do auxílio”, completa.

Justificativas usadas para a irregularidade
Renato Meirelles também comentou outro detalhe da pesquisa, que se aprofundou na questão, perguntando para os ricos que obtiveram o dinheiro se não achavam a atitude, no mínimo, antiética.

“Essas pessoas não achavam nada de errado.

 Diziam ‘melhor no meu bolso do que no bolso dos políticos’, ou então, ‘eu já pago muito impostos, não tem nada de errado em receber um pouco de volta'”, detalhou.

Para o presidente do instituto, o governo precisa rever os filtros usados para classificar quem tem ou não direito ao dinheiro. 
“Os filtros não estão funcionando”, pontuou.

*Com informações da Band

CONTINUA
Governo Transfere 83,9 Milhões Do Bolsa Família Do Nordeste Para Comunicação Institucional

Celeste Silveira 4 de junho de 2020 

Imagem do Site

Portaria do Ministério da Fazenda foi publicada nesta quinta-feira.

O governo federal transferiu nesta quinta-feira aproximadamente R$ 83,9 milhões previstos no Bolsa Família para atendimento de família na região Nordeste para a comunicação institucional nacional.

A medida consta em portaria assinada pelo secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, que abre ao Orçamento da União em favor da Presidência da República, no valor de R$ 83.904.162,00.

Procurados pela reportagem, o Ministério da Economia e a Secretaria Especial de Comunicação (Secom) da Presidência não se manifestaram até o momento. 

Já o Ministério da Cidadania, responsável pelo programa Bolsa Família, redirecionou os questionamentos à Economia.

Imprensa diz: “Governo retirou R$ 83,9 MI do Bolsa Família”.

Vamos ver quanto o Governo COLOCOU no Bolsa:

– 2019: R$33,6 BILHÕES (4 BI a mais que 2018).

– 2020: R$15,1 BILHÕES A MAIS por mês (abril e maio) pagos através do Auxílio Emergencial, contemplando 95% dos beneficiários.

— SecomVc (@secomvc) June 4, 2020

No meio da tarde, a Secom publicou em suas redes sociais uma postagem que reclama da imprensa, citando o enunciado “Governo retirou R$ 83,9 MI do Bolsa Família”. 

E em seguida apontou que, em 2019, o governo colocou no programa R$ 33,6 bilhões, R$ 4 bilhões a mais que no ano anterior.

O post aponta ainda que, em 2020, o valor foi de R$ 15,1 bilhões a mais por mês em abril e maio, pagos através do Auxílio Emergencial, contemplando 95% dos beneficiários.

*Daniel Gullino e Gustavo Maia/O Globo


Queridos leitores do Blog
SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com uma pequena doação para o Blog.
Que a prosperidade os acompanhe
hoje e sempre.
Desde já agradeço. Maria Joselia
Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Donate to the Blog
Dear readers of the SUED AND PROSPERITY Blog
May peace be with everyone.
I come to ask readers who have conditions and want to contribute
with the Blog a small donation to the Blog
May prosperity accompany you today and forever.
Thank you very much in advance.
Maria Joselia
 Account number
Maria Joselia Bezerra de Souza
Federal Savings Bank
Agency: 0045
Operation: 013
Account: 00054784-8
Savings
Brazil
Thanks

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Bolsonaro Veta Repasse De R$ 8,6 Bi Para Estados E Municípios Combaterem Coronavírus


Bolsonaro Veta Repasse De R$ 8,6 Bi Para Estados E Municípios Combaterem Coronavírus

Celeste Silveira 3 de junho de 2020

Efeito Bolsonaro: 2° trimestre em recessão econômica
Imagem do Google

Proposta do Congresso mudaria plano do governo de usar recursos para pagar dívida pública federal.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que extingue um fundo administrado pelo BC com veto ao repasse dos recursos disponíveis (R$ 8,6 bilhões) a estados e municípios.

Criada pelo Congresso, a transferência tinha como objetivo a compra de materiais para prevenir a propagação do coronavírus.

O governo afirma no Diário Oficial da União desta quarta-feira (3) que a proposta dos parlamentares diverge do ato original da MP (medida provisória) sobre o tema, o que violaria os princípios da reserva legal e do poder geral de emenda.

Afirma também que o ato criaria uma despesa obrigatória sem previsões de impacto nos próximos anos, o que também seria irregular. 

O veto foi defendido pelo Ministério da Economia e pela Advocacia-Geral da União.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que o veto surpreendeu a deputados.

“A informação que eu tinha, dos deputados, é que tinha ocorrido um acordo [com o governo], inclusive, para destinação desses recursos”, afirmou Maia nesta quarta.

Agora, segundo ele, cabe ao Congresso convocar uma sessão para analisar o ato de Bolsonaro e decidir se o veto será mantido ou derrubado.

Durante as votações da Câmara, nesta quarta, Maia foi cobrado para que articule junto com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a convocação da sessão do Congresso para analisar vetos presidenciais.

A ideia de líderes partidários é que o veto seja derrubado, garantindo o repasse aos governos regionais.

Com o veto, Bolsonaro faz a destinação dos recursos retornar à proposta original. 
A MP, editada em dezembro, destina os valores do fundo para o pagamento da dívida pública federal.

Para o governo, a medida tem caráter de urgência por permitir o uso dos R$ 8,6 bilhões disponíveis para abater a dívida. 

Isso ajudaria, inclusive, o cumprimento da regra de ouro (que tem como objetivo proibir endividamento para pagamento de despesas correntes, como salários e aposentadorias).

O relator da MP foi o deputado Luís Miranda (DEM-DF), que alterou a medida para que os recursos existentes fossem transferidos integralmente a estados, Distrito Federal e municípios. 

O valor deveria ser usado para a aquisição de materiais de prevenção à propagação do coronavírus, para proporcionar condições de abertura de estabelecimentos comerciais.

O fundo extinto pela MP é administrado pelo BC e recebia recursos do IOF para ser usado na intervenção nos mercados de câmbio e títulos, além da assistência a bancos (conforme previsto em uma lei de 1966).

O fundo era visto como irregular pelo TCU (Tribunal de Contas da União) porque estava sem objetivo e sem prestar serviço à sociedade após ter seu uso restrito com mudanças legais ao longo dos anos. 

O próprio órgão determinou ao governo uma solução definitiva para o problema.

Na década de 1980, por exemplo, o fundo deixou de receber recursos. Em 2000, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, ficou vedado o socorro público a instituições financeiras e os recursos dele deixaram de ser usados para esse objetivo.

“Não há porque a administração pública dar continuidade ao exercício das atividades relacionadas à administração do fundo, incorrendo em custos sem qualquer benefício que compense tais custos”, afirmou o governo na exposição de motivos da MP, em dezembro.

Em maio, Bolsonaro decidiu pelo veto em outra lei, em trecho que interessava a estados. 

O projeto previa que a União não suspenderia repasses do FPE (Fundo de Participação dos Estados) caso pagasse dívidas com bancos internacionais.

A equipe econômica defendeu a manutenção da regra, mesmo na pandemia: se um estado deixar de pagar um banco multilateral, como o Banco Mundial, o Tesouro cobre as parcelas, mas, como contrapartida, retém uma parte dos repasses via FPE.

Durante as discussões, Bolsonaro se reuniu com chefes dos Executivos estaduais e o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu que o trecho não fosse vetado. Para os governadores, isso inviabilizaria a suspensão do pagamento das dívidas com organismos multilaterais, que traria um alívio de R$ 10,7 bilhões.

Ao vetar, o presidente escreveu que “o dispositivo, ao impedir a União de executar as garantias e contragarantias das dívidas a que se refere, viola o interesse público ao abrir a possibilidade de a República Federativa do Brasil ser considerada inadimplente perante o mercado doméstico e internacional”.

*Fábio Pupo e Thiago Resende/Folha

CONTINUA
Em Artigo No Estadão, Mourão Não Consegue Esconder O Fim Do Governo Bolsonaro


Celeste Silveira 3 de junho de 2020

Imagem do Site

Em meio à notícia de que o Brasil bate novo recorde de mortes pela Covid-19 em 24 horas, com 1.262 óbitos, acumulando 31.199 vidas ceifadas, o Brasil caminha a passos largos para o trágico resultado de país com a maior quantidade de mortos por coronavírus, ultrapassando os Estados Unidos, já que, em um mês, o número de óbitos, mesmo com uma imensa subnotificação, foi multiplicado por cinco. 
Imagina aonde esses números estarão em um mês.

E o que fez o vice-presidente da República Hamilton Mourão? Escreveu um artigo no Estadão, fazendo mea-culpa pela chacina provocada por um governo genocida que, pelos interesses de grupos econômicos poderosos, foi o principal parceiro da Covid? Não, 
Mourão foi pateticamente escrever um artigo em que, na tentativa de criminalizar movimentos populares de forma tola, não conseguiu disfarçar a debilidade política que hoje se encontra um governo que acabou precocemente.

Ora, é nítido que, primeiro, quando Bolsonaro “pede” para os manifestantes pró-governo não irem às ruas no domingo, ele já sabe que essas manifestações acabaram com a chegada do povo pró-democracia nas ruas, através das torcidas organizadas.

São dois os motivos de não ter mais manifestações pró-Bolsonaro, o medo dessa burguesia que viveu todo esse tempo de micareta na Paulista em disputar espaço com o povo, gente, na imensa maioria, vinda das camadas mais pobres da população. 

O outro motivo foi o tiro que acertou o coração do bolsonarismo, dado pelo STF, mais precisamente por Alexandre de Moraes, desbaratando o criminoso gabinete do ódio.

Acabou aí o governo Bolsonaro. 
Isso é perceptível nas redes e nas ruas.

Mas nada disso foi comentado por Mourão em seu artigo retórico cheio de palavrórios em prol da democracia contra a baderna, falando do alto da vice-presidência de um governo que, do primeiro dia aos dias que correm, foi uma verdadeira esculhambação. 

Os motivos são muitos, por isso Bolsonaro cairá de podre e Mourão terá o mesmo destino.

Em seu artigo, Mourão não esconde isso. 

Sem conseguir fazer uma defesa mínima que seja, de um governo absolutamente fracassado em todas as áreas, coube a Mourão, ridiculamente criminalizar a chegada do povo nas ruas, no momento em que o país está tenso, apavorado, horrorizado com o número de mortes em consequência do coronavírus, que está absolutamente sem controle, por culpa do governo Bolsonaro, que nem ministro da Saúde tem, sobrando apenas a oficialização de um remendo militar na base da gambiarra para lidar com o que deveria ser a principal preocupação do governo, a proteção da vida dos brasileiros.

Mas Mourão tem a pachorra de dizer que está preocupado com as “depredações” de patrimônios públicos e privados que manifestantes supostamente teriam feito, sem sequer tocar no assunto do sofrimento de milhares de famílias brasileiras com a perda de entes queridos, criando um caldeirão de mágoas no povo, tendo o próprio presidente da República, um genocida confesso, como principal disseminador do vírus e das mortes em consequência dele.

O que Mourão tenta, pateticamente, é inverter a lógica de um governo comandado por um verme que se associou a um vírus, jogando a culpa nas próprias vítimas dessa tragédia humana que o Brasil vive, não escondendo, com isso, que tem plena consciência de que o governo acabou.

*Carlos Henrique Machado Freitas



Queridos leitores do Blog
SUED E PROSPERIDADE
Que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com uma pequena doação para o Blog.
Que a prosperidade os acompanhe
hoje e sempre.
Desde já agradeço. Maria Joselia
Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Donate to the Blog
Dear readers of the SUED AND PROSPERITY Blog
May peace be with everyone.
I come to ask readers who have conditions and want to contribute
with the Blog a small donation to the Blog
May prosperity accompany you today and forever.
Thank you very much in advance.
Maria Joselia
 Account number
Maria Joselia Bezerra de Souza
Federal Savings Bank
Agency: 0045
Operation: 013
Account: 00054784-8
Savings
Brazil
Thanks