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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Com Suspeita De Estar Com Câncer, Sai Resultado Da Biópsia De Temer Que ‘Sofre’ Com Dores Por Conta De Sonda Urinária; SAIBA!

Com Suspeita De Estar Com Câncer, Sai Resultado Da Biópsia De Temer Que ‘Sofre’ Com Dores Por Conta De Sonda Urinária; SAIBA!
Por Redação Click Política Última Atualização 29 dez, 2017
 

Com histórico recente de problemas urinários, Michel Temer, 77, foi submetido a uma biópsia no hospital Sírio Libanês e, segundo um médico que o acompanha, está descartada a possibilidade de que o presidente pudesse estar com um câncer de próstata.

“O presidente não tem câncer de próstata. 

Todos os dados clínicos iniciais e os exames realizados, incluindo biópsia da próstata, descartaram essa possibilidade”, afirmou ao UOL o médico, que pediu para não ser identificado.


Na quarta-feira (20), Temer viajaria para Alagoas, para inaugurar unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. 

No entanto, foi orientado a cancelar a viagem e acatou. Por ter feito uma cirurgia recentemente e estar usando uma sonda, os médicos indicaram a ele que poderia sentir um desconforto.

Antes de Alagoas, ele também desistiu de viajar para o sudeste Asiático, pelo mesmo problema. 

Sentindo incômodo pela sonda urinária, Temer desistiu de passar a virada do ano no Rio de Janeiro, como estava programado anteriormente. 

No entanto, ele disse que não iria por causa da previsão de chuva. 
O presidente deve passar o Ano Novo em Brasília com a família.


No último dia 26, segundo o membro da equipe médica do Sírio Libanês, Michel Temer teve um quadro febril e estava se sentindo indisposto. 

Nesta quinta-feira (28), no entanto, ele já se sentia melhor e sem febre. 
O presidente deve fazer uma nova bateria de exames no hospital de São Paulo para analisar a cirurgia feita no dia 13 deste mês.

Nos últimos três meses, Temer foi internado três vezes. 
Em outubro, no mesmo dia em que o plenário da Câmara votava a segunda denúncia contra ele apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), o presidente foi internado em um hospital militar em Brasília após dificuldades para urinar. 

O presidente passou pelo procedimento de raspagem da uretra após sentir desconforto ao urinar.


No fim de novembro, Temer foi submetido a angioplastia de três artérias coronárias com implante de stent – um tubo minúsculo e expansível – colocado na artéria para melhorar o fluxo sanguíneo para o coração.

Em dezembro, Temer voltou a ser internado por problemas urinários. 

Depois de um ato cirúrgico, com aplicação de sonda, o presidente chegou a ficar três dias internado. 

O cardiologista Roberto Kalil e o urologista Miguel Srougi explicaram que a internação do presidente foi esticada em um dia por questão de “segurança”.

“Foi uma segurança [ficar um dia a mais]. Ele toma remédio para deixar o sangue mais fino, por causa da angioplastia. Esses remédios podem aumentar o risco de sangramento. 

Por coerência, ele fez esse procedimento, colocou uma sonda, mais para observar um sangramento no período pós-cirúrgico”, afirmou Kalil.

“Ele poderia ter ido embora, estava super bem, mas foi um passo de segurança mesmo”, complementou o médico à época.
UOL



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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

PERDOOU: Lula é contra demissão de médica que tripudiou de Marisa Letícia no Sírio Libanês; VEJA!

PERDOOU: Lula é contra demissão de médica que tripudiou de Marisa Letícia no Sírio Libanês; VEJA!
14 de fevereiro de 2017
 

O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva foi contra a demissão da reumatologista que compartilhou, em um grupo de WhatsApp, informações sigilosas sobre o diagnóstico de Marisa Letícia. 

A médica Gabriela Munhoz, de 31 anos, foi desligada da função que exercia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, como punição.

Conforme pessoas próximas a Lula informaram à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, a médica deveria ter sido submetida a um curso de ética profissional, sem sair do emprego – apesar de o Código de Ética Médica defender que profissionais de saúde não podem compartilhar prontuários de pacientes com terceiros.


O Sírio-Libanês confirmou a demissão de Gabriela Munhoz ao G1, na noite de quarta-feira (1), mas não indicou quando a medida foi relizada

O CREMESP (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) abriu sindicância para para investigar a conduta de todos os médicos envolvido no caso. “Aquilo o que está no prontuário médico, é do paciente. Inclusive o prontuário. 

Está sob a guarda do médico”, afirmou Mauro Aranha, presidente do órgão, ao programa global Fantástico.

A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva morreu no último dia 3, aos 66 anos, após ficar dez dias internada no Sírio- Libanês devido a um acidente vascular cerebral hemorrágico (AVC).


Entenda o caso
Os dados sigilosos sobre o diagnóstico da ex-primeira dama foram compartilhados Gabriela Munhoz por em um grupo intitulado “MED IX”, composto por pessoas que se formaram em Medicina na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, no ano de 2009.

Em seguida, as informações passaram a circular em outros grupos e viralizaram. 

O boletim divulgado no dia da internação apontava a hemorragia cerebral, mas não revelara o quão grave era a situação de Dona Marisa.

No episódio, o primeiro a citar o diagnóstico da ex-primeira dama foi o médico Pedro Paulo de Souza Filho, que não atua no Hospital Sírio-Libanês. 

Gabriela Munhoz confirmou a informação. 
Em seguida, imagens de uma tomografia atribuída a dona Marisa Letícia foram compartilhadas em outro grupo de médicos no aplicativo, chamado “PS Engenho 3”.




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Sírio Libanês demite médica que ironizou Marisa Letícia no WhatsApp

Sírio Libanês demite médica que ironizou Marisa Letícia no WhatsApp
02/02/2017
 

Uma matéria feita pelo jornal O Globo de hoje mostra o sadismo de alguns ‘profissionais’ da medicina

De acordo com a publicação, uma médica reumatologista identificada como Gabriela (de 31 anos) compartilhou informações sigilosas sobre o estado de saúde de Marisa Letícia em um grupo de WhatsApp.

A médica espalhou em um grupo que a ex-primeira dama estava no hospital com diagnóstico de AVC nível 4 na escala Fisher.

Um participante do grupo (também da área médica) chegou a escrever:
“Tem que romper no procedimento […]  já abre a pupila e o capeta abraça ela”

O Sírio Libanês disse que tomou ‘medidas disciplinares’ contra a médica Gabriela Munhoz pelo vazamento das informações.

“A instituição tomou as medidas disciplinares em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens”, informou a assessoria.

A nota ainda informou que “Não permite esse tipo de atitude entre seus colaboradores” e repudiou a quebra do sigilo de pacientes.