quinta-feira, 20 de abril de 2017

STF ACEITA AÇÃO PARA DESTRAVAR IMPEACHMENT DE TEMER

STF ACEITA AÇÃO PARA DESTRAVAR IMPEACHMENT DE TEMER

 

Ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, aceitou nesta quinta-feira, 20, solicitação do advogado Mariel Marley Marra para dar andamento ao pedido de impeachment contra Michel Temer, protocolado por ele há um ano; Supremo irá acionar o Ministério Público Federal para verificar se líderes partidários cometeram crime ao não indicar nomes para a comissão especial do impeachment; para Marra, destituição de Temer se tornou ainda mais premente após o presidente dizer, em entrevista à Band, que Eduardo Cunha lhe telefonou em 2015 para informar que arquivaria os pedidos de impedimento contra Dilma se o PT lhe garantisse os votos para absolvê-lo no Conselho de Ética

20 DE ABRIL DE 2017 ÀS 21:44 

247 - O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, aceitou nesta quinta-feira, 20, solicitação do advogado Mariel Marley Marra para para dar andamento ao pedido de impeachment contra Michel Temer, protocolado por ele   
 há um ano. 

Supremo irá acionar o Ministério Público Federal para verificar se líderes partidários cometeram crime ao não indicar nomes para a comissão especial do impeachment. 

Temer é acusado de assinar quatro decretos abrindo crédito suplementar num momento que o governo estava em desacordo com a meta fiscal.

O advogado aponta "flagrante prática de crime de desobediência, bem como a presença de fortes indícios de crime de prevaricação por parte dos líderes que deliberadamente estão se omitindo nas indicações para a comissão".

Para Marra, lideranças de 18 das 26 siglas com representação na Câmara "sentaram" em cima da responsabilidade de apontar deputados para debater a deposição de Temer.

Ele diz que a destituição de Temer se tornou ainda mais premente após o presidente dizer, em entrevista à Band, que Eduardo Cunha lhe telefonou em 2015 para informar que arquivaria os pedidos de impedimento contra Dilma se o PT lhe garantisse os votos para absolvê-lo no Conselho de Ética.

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